sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

33catolico a serviço da Igreja

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Formação para o Clero – Arquidiocese de Fortaleza

Posted: 07 Jan 2011 03:00 AM PST

Formação para o Clero

A Comissão Arquidiocesana de Presbíteros - CAP e a Comissão Regional de Presbíteros - CRP, em parceria com a Faculdade Católica de Fortaleza - FCF realizarão de 24 (14h) até 27 (com o almoço) de janeiro de 2011, três dias com o total de 18 horas/aula, no Centro Pastoral da Paróquia São Gerardo (salão climatizado), situado na Av. Bezerra de Menezes, 1256, bairro São Gerardo, Fortaleza - CE, o Curso de Formação para o Clero, tendo como tema "Iniciação à Vida Cristã no processo de inspiração catecumenal, com destaque também para a Catequese conforme as idades".

Os assessores serão Padre Eduardo Calandro (Goiás) e Padre Jordélio Siles Ledo (São Paulo), assessores para a Catequese em várias regiões do Brasil e indicados por Dom Eugênio Rixen, bispo de Goiás e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB.

A Faculdade Católica de Fortaleza concederá certificado de participação, como Curso de Extensão da Faculdade com direito ao material do Curso, salão climatizado, três (3) cafés da manhã, três (3) almoços e seis (6) lanches, no valor de R$ 220,00 (duzentos e vinte reais), que podem ser depositados na Caixa Econômica Federal: Agência - 1956, operação - 003, Conta- 451-6. O comprovante deve ser enviado via fax (85) 3252-4046 ou e-mail: contabne1@veloxmail.com.br

Hospedagem (dormida). Para os que vêm do interior e de outras dioceses, não tendo onde dormir estamos disponibilizando os seguintes locais: Seminário de Filosofia (Antonio Bezerra), Seminário Propedêutico (Henrique Jorge), Seminário de Sobral (Antonio Bezerra), Seminário de Tianguá (Montese), Casa de Formação dos Filhos de Santana (Parquelândia) e Convento Nossa Senhora das Dores (Otávio Bonfim).

Horário: 7h30min - café; 8h - oração (laudes); 8h30min - curso; 12h - almoço; 14h - curso; 17h - encerramento. Equipes: Inscrição, tesouraria, hospedagem, acolhida, alimentação, limpeza, ambiente, livrarias, transporte, liturgia, animação, som e gravação.

Apoio: Fátima e Auxiliadora da CNBB; Maria de Jesus, da Sala de Presbíteros; Marta e Hilda, do Secretariado de Pastoral; Danilo da Região episcopal são José; Conselho Pastoral e ECC da Paróquia São Gerardo.

Inscrições: até o dia 20 de janeiro, na Sala de Presbíteros com Maria de Jesus, telefone (85)4005-7860 - (85)4005-7860 e na CNBB Regional com Fátima, telefone (85)3252-4046 - (85)3252-4046, na Paulus Livraria. A ficha de inscrição está disponível no site: www.cnbbne1.org.br, na seção Notícias.

Coordenação Geral: Padre Francisco José Duarte de Medeiros, Padre Leonardo Bezerra da Silva e Padre Gilson Marques Soares.

Fonte: Pascom da Arquidiocese de Fortaleza

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Comunidade São Paulo Apóstolo

Formação para Leigos – Arquidiocese de Fortaleza

Posted: 07 Jan 2011 02:48 AM PST

Formação para Leigos

A Comissão Arquidiocesana de Presbíteros - CAP, em parceria com a Faculdade Católica de Fortaleza - FCF, Escola de Pastoral Catequética - ESPAC e Conselho Arquidiocesano de Leigos - CAL promoverá nos dias 25 e 26 de janeiro de 2011, das 18h30min às 21h30min, em Fortaleza, na Quadra da Faculdade Católica de Fortaleza - Seminário da Prainha, Rua Tenente Benévolo, 201 e Av. Monsenhor Tabosa, 60 (só para pedestres), Centro, Fortaleza - CE, um Curso de Formação para Leigos, tendo como tema "Iniciação à Vida Cristã no processo de inspiração catecumenal, com destaque também para a Catequese conforme as idades".

Os assessores serão Padre Eduardo Calandro (Goiás) e Padre Jordélio Siles Ledo (São Paulo), assessores para a Catequese em várias regiões do Brasil e indicados por Dom Eugênio Rixen, bispo de Goiás e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB.

O curso é destinado a representantes das Paróquias, Áreas Pastorais e demais Comunidades, principalmente aos Catequistas do Batismo, da Confirmação e da Eucaristia. Investimento: uma taxa simbólica de R$ 20,00.

Coordenação geral: Padre Francisco José Duarte de Medeiros, Padre Leonardo Bezerra da Silva e Padre Gilson Marques Soares. Apoio: Fátima e Auxiliadora, da CNBB; Maria de Jesus, da Sala de Presbíteros; Marta e Hilda, do Secretariado de Pastoral; Danilo, da Secretaria da Região Episcopal São José; Zuíla, da Faculdade Católica; Verônica, da ESPAC.

Inscrições e informações:
·         Sala de Presbíteros com Maria de Jesus, telefone (85) 4005-7860 - (85) 4005-7860
·         CNBB Regional com Fátima, telefone (85) 3252-4046 - (85) 3252-4046
·         Faculdade Católica de Fortaleza com Zuila, telefone (85) 3453-2150 - (85) 3453-2150
·         ESPAC com Verônica, telefone (85) 3219-6445 - (85) 3219-6445
·         Região Episcopal Metropolitana São José com Danilo, telefone (85)3219-1070 - (85)3219-1070

A ficha de inscrição está disponível no site: www.cnbbne1.org.br, na seção notícias.

Fonte: Pascom da Arquidiocese de Fortaleza

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Dia da Liberdade de Cultos – IGREJA CATÓLICA

Posted: 07 Jan 2011 02:33 AM PST

Dia da Liberdade de Cultos

Liberdade de Culto, liberdade de pensamento, liberdade de expressão. Nada soa mais democrático do que a palavra liberdade, sobretudo em um país tão multiculturalista como o nosso. O Brasil é uma nação que abriga todas as etnias e, portanto, muitas religiões. A Liberdade de culto e o respeito pelas outras religiões que dividem espaço com a hegemonia católica são condição para um convívio social pacífico, ao mesmo em que enriquecem nossa gama cultural.

A primeira lei sobre o assunto surgiu em 7 de janeiro de 1890 (daí a data comemorativa), em decreto assinado pelo então presidente Marechal Deodoro da Fonseca, por iniciativa do gaúcho Demétrio Ribeiro, Ministro da Agricultura na época. Na Carta Magna de 1946, através de proposta do escritor Jorge Amado, então deputado federal pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB) de São Paulo, a lei foi novamente reescrita, mas foi na Constituição de 1988 que adquiriu seus termos definitivos:
Artigo 5º:
·         VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias;
·         VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

Além de estar legalmente amparada, a Liberdade de culto deve ser entendida como um direito universal e uma forma de respeito à individualidade e à liberdade de escolha. (portoalegre.rs.gov.br)

A liberdade de culto representa um avanço humanitário, visto ser o respeito pela crença alheia extremamente necessária nas relações existentes entre as pessoas. Quando se oferece respeito e se concede liberdade, se ganha também o direito de usufruí-los.

No Artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, lê-se: "Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade". Esse artigo traduz a necessidade de se agir fraternalmente, sobretudo com relação às diferentes religiões. O respeito pela crença alheia é, dessa forma, um ato fraternal e moralmente necessário.

No Artigo 2º, lê-se: "Todo homem tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidas nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição". Pode-se perceber nesse trecho que a liberdade de pensamento e, inserida nesta, a liberdade de religião são direitos de todas as pessoas; não lhes devem ser restringidos, pois, os direitos e liberdades garantidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Embora esses direitos sejam inalteráveis, ains existem agressões entre pessoas, grupos e nações, por causa da intolerância religiosa e da inobservância dos direitos humanos.

Fonte:
·         portoalegre.rs.gov.br
·         paulinas.org.br

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Lucas 5,12-16 Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar– Igreja Católica

Posted: 07 Jan 2011 01:55 AM PST

Lucas 5,12-16 Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar

Aconteceu que Jesus estava numa cidade, e havia aí um homem leproso. Vendo Jesus, o homem caiu a seus pés, e pediu: "Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar". Jesus estendeu a mão, tocou nele, e disse: "Eu quero, fica purificado". E imediatamente, a lepra o deixou.

Uma das características fundamentais do evangelho de São Lucas é a apresentação da dimensão orante de Cristo. Muitas vezes, vemos que Jesus se afasta da multidão e procura lugares solitários com a finalidade de entregar-se à oração. Mas a oração de Jesus não é uma fuga da realidade ou um afastamento dos sofrimentos das pessoas.

O encontro amoroso de Jesus com o Pai está sempre relacionado com o encontro amoroso que ele tem com as outras pessoas, principalmente com os que sofrem, como nos mostra o evangelho de hoje, que antes do seu encontro com Deus, ele se encontra com o leproso e o cura para que, cumprindo as exigências da lei, ele possa ser reintegrado na sociedade. (CNBB)

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Profecia do Dia

Sexta-feira, dia 07 de Janeiro de 2011
Sexta-feira depois da Epifania

S. Raimundo de Penhaforte, confessor, +1275, S. Luciano, mártir, +312, Beata Lindalva Justo de Oliveira, religiosa, mártir, +1993



Comentário ao Evangelho do dia feito por
São Boaventura : «Jesus estendeu a mão e tocou-lhe» (Lc 5, 13)

Leituras

1 João 5,5-13.
E quem é que vence o mundo senão aquele que crê que Jesus é Filho de Deus?
Este, Jesus Cristo, é aquele que veio com água e com sangue; e não só com a
água, mas com a água e com o sangue. E é o Espírito quem dá testemunho,
porque o Espírito é a verdade.
Pois são três os que dão testemunho:
o Espírito, a água e o sangue; e os três coincidem no mesmo testemunho.
Se aceitamos o testemunho dos homens, maior é o testemunho de Deus; e o
testemunho de Deus está em que foi Ele a dar testemunho a respeito do seu
Filho.
Quem crê no Filho de Deus tem esse testemunho consigo. Quem não crê em Deus
faz de Deus mentiroso, uma vez que não crê no testemunho que Deus deixou a
favor do seu Filho.
E este é o testemunho: Deus deu-nos a vida eterna, e esta vida está no seu
Filho.
Quem tem o Filho de Deus tem a vida; quem não tem o Filho também não tem a
vida.
Escrevi-vos estas coisas, a vós que credes no Nome do Filho de Deus, para
que tenhais a certeza de ter convosco a vida eterna.


Salmos 147,12-13.14-15.19-20.
Glorifica, Jerusalém, o SENHOR; louva, Sião, o teu Deus.
Ele reforçou os ferrolhos das tuas portas e abençoou os teus filhos dentro
de ti;
Ele estabeleceu a paz nas tuas fronteiras e saciou-te com a flor do trigo.
Ele manda as suas ordens à terra, e a sua palavra corre velozmente;
Ele revela os seus planos a Jacob, os seus preceitos e as suas sentenças a
Israel.
Não fez assim com nenhum outro povo, não lhes deu a conhecer os seus
mandamentos.


Lucas 5,12-16.
Encontrando-se Jesus numa das cidades, apareceu um homem coberto de lepra.
Ao ver Jesus, caiu com a face por terra e dirigiu-lhe esta súplica:
«Senhor, se quiseres, podes purificar-me.»
Jesus estendeu a mão e tocou-lhe, dizendo: «Quero, fica purificado.» E
imediatamente a lepra o deixou.
Ordenou-lhe, então, que a ninguém o dissesse; no entanto, acrescentou: «Vai
mostrar-te ao sacerdote e oferece pela tua purificação o que Moisés
ordenou, para lhe servir de prova.»
A sua fama espalhava-se cada vez mais, juntando se grandes multidões para o
ouvirem e para que os curasse dos seus males.
Mas Ele retirava-se para lugares solitários e aí se entregava à oração.


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

São Boaventura (1221-1274), franciscano, Doutor da Igreja
Vida de S. Francisco, Legenda Major, cap. 1 (a partir da trad. cf. Vorreux, Éds franciscaines 1951, p. 572)

«Jesus estendeu a mão e tocou-lhe» (Lc 5, 13)

Um dia em que Francisco rezava em solidão e, levado pelo fervor, estava
todo absorvido em Deus, o Senhor apareceu-lhe na Cruz. A esta visão, «a sua
alma derreteu-se» (Ct 5, 6) e a memória da Paixão de Cristo atingiu-o tão
profundamente que a partir de então mal podia conter as lágrimas e os
suspiros assim que se punha a pensar no Crucificado; ele próprio o
confessou um dia, pouco tempo antes de morrer. E assim ficou a compreender
que era a ele que eram dirigidas as palavras do Evangelho: «Se alguém
quiser vir Comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me» (Mt 16,
24).


A partir de então, abandonou-se ao espírito de pobreza, ao sabor da
humildade e aos rasgos duma profunda piedade. Enquanto que outrora não só a
companhia, mas até a vista dum leproso, mesmo ao longe, o enchia de
repugnância, daí em diante pôs-se a prestar-lhes todos os serviços
possíveis com uma completa indiferença por si próprio, sempre humilde e
todo humano, por causa de Cristo crucificado que, segundo as palavras do
profeta, foi considerado e «desprezado como um leproso» (Is 53, 3-4).




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Nos países em que se celebra a Epifania do Senhor a 6 de Janeiro: Is 60,
1-6; Sl 71(72), 1-2.7-8.10-13; Ef 3, 2-6; Mt 2, 1-12

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Epifania do Senhor: Reis Magos – IGREJA CATÓLICA

Posted: 06 Jan 2011 02:32 AM PST

Epifania do Senhor: Reis Magos

Epifania é uma palavra de origem grega: epijaneia, que significa "manifestação externa, aparecimento ostensivo" e era aplicada a visitas ou acontecimentos envolvendo imperadores ou reis. São Mateus a utiliza para a manifestação do recém-nascido Jesus aos magos do Oriente, os quais simbolizam o mundo todo.

A epifania é a primeira manifestação de Jesus libertador. A celebração desta data deve nos lembrar que o projeto de Deus é o homem, a quem Ele decidiu salvar e ao qual quis revelar-se. É preciso, no entanto, que o homem não se canse de procurar a Deus: Jesus nasceu para ser procurado, encontrado e adorado por todos, sem distinção de raças e credos. Deus é Senhor para todos. Seu plano universal é a unidade de todos, como seus filhos pela fé em Jesus.

O menino Jesus nasce. Os magos, guiados por uma estrela, encontram a criança com Maria, prestam-lhe homenagem e presenteiam-na com ouro, incenso e mirra. Todos nós, cristãos, devemos render graças a Deus Pai pela manifestação de seu Filho Jesus, que trouxe a salvação para todos os povos.

O que os magos adoraram em Belém não foi simplesmente uma manifestação de Deus. Essa manifestação é o próprio Deus se mostrando, se revelando "ao vivo". Se todos nós tivéssemos mais fé nessas manifestações de Deus, a violência, a injustiça, a exploração, a fome e a tortura diminuiriam.

A manifestação de Jesus ao mundo ensina que nada deve impedir nossa caminhada ao encontro dEle. Celebrar a epifania significa proclamar que Ele esta no meio de nós e pode ser encontrado por todos os que O procuram. Com quem você quer se parecer no Evangelho da Epifania: com os magos que adoraram a Jesus? Com os sacerdotes da antiga Lei que o ignoraram? Ou com o sanguinário Herodes que queria matá-lo?

Que a manifestação de Jesus aos magos e a todos os homens e mulheres de boa vontade nos ajude a reavivar a nossa pertença a Jesus adorando-o em espírito e em verdade, ou seja, numa dimensão maior de discípulos-missionários de Jesus Cristo.

Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)

Fonte: CNBB

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João Paulo II mais próximo da Canonização – VATICANO

Posted: 06 Jan 2011 02:23 AM PST

João Paulo II mais próximo da Canonização

A elevação de João Paulo II à glória dos altares pode não tardar muito. O processo de canonização do papa polonês, falecido em 2005, acaba de dar um importante passo: o reconhecimento de um milagre atribuído à sua intercessão. Uma comissão médica julgou "inexplicável" a cura de uma religiosa francesa que sofria de Parkinson.

Essa foi uma canonização anunciada no próprio dia do funeral do pontífice, em abril de 2005, em plena Praça São Pedro: por aclamação popular, os cartazes com os dizeres "santo já!" pediam a elevação à glória dos altares do papa polonês. Seu sucessor, Bento XVI, não se fez de rogado e saltou os prazos estipulados: em vez dos cinco anos previstos, o processo se abriu três meses após a morte de Karol Wojtyla.

Entre os vários passos a serem feitos, além do reconhecimento das virtudes, há duas etapas cruciais: a beatificação e, por fim, a canonização. Tanto num caso como no outro, faz falta um milagre atribuído à intercessão do beato ou santo. O milagre não tardou. (Rádio Vaticano)

A Comissão Médica consultada pelo Vaticano aprovou um milagre atribuído a João Paulo II, e assim a causa de beatificação do pontífice polonês, falecido em 2005, avança significativamente, informaram os meios de comunicação italianos ontem, 4.

Os médicos e teólogos consultados pela Congregação para as Causas dos Santos, reunidos no mais estrito sigilo, estimaram que a cura da freira francesa Marie Simon-Pierre, que sofria de mal de Parkinson, foi "imediata e inexplicável". A comissão liderada pelo médico particular de Bento XVI, Patrizio Polisca, aprovou o milagre apresentado.

A freira francesa, que era enfermeira, curou-se inexplicavelmente após suas orações e pedidos a João Paulo II poucos meses depois de sua morte, em abril de 2005. A aprovação dos especialistas deverá ser ratificada por uma comissão de cardeais e bispos da Congregação para a Causa dos Santos.

A beatificação é o primeiro passo no caminho para a canonização, que exige a prova de intercessão em dois milagres. No dia 19 de dezembro de 2009, o papa Bento XVI aprovou as "virtudes heróicas" do papa polonês João Paulo II venerado já em vida. Com elas, iniciou-se a investigação do "milagre" atribuído, que deve ser examinado por várias comissões. O processo de beatificação de João Paulo II foi iniciado por Bento XVI dois meses após a morte, no dia 2 de abril de 2005, de seu predecessor. (CNBB)

Fonte:
·         Rádio Vaticano
·         CNBB

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Lucas 4,14-22a Hoje se cumpriu esta palavra da Escritura – Igreja Católica

Posted: 06 Jan 2011 01:56 AM PST

Lucas 4,14-22a Hoje se cumpriu esta palavra da Escritura

Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura. Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: 'O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor.' Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante, e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. Então começou a dizer-lhes: 'Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura
que acabastes de ouvir.'

Jesus é enviado por Deus, ungido e consagrado pelo Espírito Santo para a missão evangelizadora, que implica não somente na salvação da alma, mas na libertação integral da pessoa humana.

Isso significa para nós que a missão da Igreja, que é continuadora da missão do próprio Cristo, não pode ser reduzida à dimensão espiritual da pessoa humana, mas deve levar em conta a pessoa humana como um todo, considerando todas as dimensões da existência humana. Sendo assim, todos os problemas relacionados à existência humana são de competência da Igreja e objetos da ação evangelizadora. (CNBB)

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Os Reis Magos: A arqueologia comprova sua existência – IGREJA CATÓLICA

Posted: 06 Jan 2011 01:32 AM PST

Os Reis Magos: A arqueologia comprova sua existência

Os Reis Magos não são personagens criados por séculos de tradição cristã. Sua existência, além de estar bem testemunhada no Evangelho, agora é documentada pelas descobertas arqueológicas. Esta curiosa e extraordinária revelação encontra-se contida em um tabuinha, na qual foram acunhados caracteres cuneiformes. Trata-se de um autêntico documento astronômico e astrológico (então as duas ciências eram irmãs gêmeas) que revela a existência de uma conjunção de Júpiter e Saturno na constelação de Piscis no ano 7 antes de Cristo.

Os Evangelhos marcam o nascimento de Jesus em tempos do censo do império ordenado por César Augusto, quando Quirino era governador da Síria, e nos últimos anos do rei Herodes, que faleceu no mês de março do ano 4 a.C. Para os historiadores, Jesus nasceu uns sete anos antes do ano zero. O evangelista Mateus (2, 2) relaciona o evento de Belém com a aparição de uma estrela particularmente luminosa no céu da Palestina. E é precisamente neste momento em que na tabuinha de argila oferece um testemunho particular.

Existem muitas hipóteses sobre a estrela que os magos viram ("magoi" em grego era a palavra com que se denominava à casta de sacerdotes persas e babilônios que se dedicavam ao estudo da astronomia e da astrologia) e que os levou a enfrentar uma viagem de uns mil quilômetros com o objetivo de prestar homenagem a um recém nascido.

Em 17 de dezembro de 1603, Johannes Kepler, astrônomo e matemático da corte do imperador Rodolfo II de Habsburgo, ao observar com um modesto telescópio do castelo de Praga a aproximação de Júpiter e Saturno na constelação de Piscis, perguntou-se pela primeira vez se o Evangelho não se referia precisamente a esse mesmo fenômeno.  Foram feitos grandes  cálculos até descobrir que uma conjunção deste tipo ocorreu no ano 7 a.C. lembrou também que o famoso rabino e escritor Isaac Abravanel (1437-1508) havia falado de um influxo extraordinário atribuído pelos astrólogos hebreus àquele fenômeno: o Messias tinha que aparecer durante uma conjunção de Júpiter e Saturno na constelação de Piscis. Kepler falou em seus livros de sua descoberta, mas a hipótese caiu no esquecimento perdida entre seu imenso legado astronômico.

Faltava uma demonstração científica clara. Chegou em 1925, quando o erudito alemão Pe Schnabel decifrou anotações neobabilônicas de escritura cuneiforme gravadas em uma tábua encontrada entre as ruínas de um antigo templo do sol, na escola de astrologia de Sippar, antiga cidade localizada na confluência do Tigre e do Eufrates, a uns cem quilômetros ao norte da Babilônia. A tabuinha encontra-se agora no Museu estadual de Berlim.

Entre os vários dados de observação astronômica sobre os dois planetas, Schnabel encontra na tábua um dado surpreendente: a conjunção entre Júpiter e Saturno na constelação de Piscis ocorreu no ano 7 a.C., em três ocasiões, durante poucos meses: de 29 de maio a 8 de junho; de 26 de setembro a 6 de outubro; de 5 a 15 de dezembro. Além disso, segundo os cálculos matemáticos, esta tripla conjunção pôde ser vista com grande claridade na região do Mediterrâneo.

Se esta descoberta se identifica com a estrela de Natal da qual fala o Evangelho de Mateus, o significado astrológico das três conjunções torna sumamente verossímil a decisão dos Magos de empreender uma longa viagem até Jerusalém para encontrar o Messias recém nascido. Segundo explica o prestigioso catedrático de fenomenologia da religião da Pontifícia Universidade Gregoriana, Giovanni Magnani, autor do livro "Jesus, construtor e mestre" ("Gesú costruttore e maestro, Cittadella, Asís, 1997), "na antiga astrologia, Júpiter era considerado como a estrela do Príncipe do mundo e a constelação de Piscis como o sinal do  final dos tempos. O planeta Saturno era considerado no Oriente a estrela da Palestina. Quando Júpiter se encontra com Saturno na constelação de Piscis, significa que o Senhor do final dos tempos aparecerá neste ano na Palestina. Com esta expectativa chegam os Magos a Jerusalém, segundo o Evangelho de Mateus 2,2". "Onde está o Rei dos judeus que nasceu? Pois vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo" perguntam os magos aos habitantes de Jerusalém e depois a Herodes.

A tripla conjunção dos dois planetas na constelação de Piscis explica também a aparição e a desaparição da estrela, dado confirmado pelo Evangelho. A terceira conjunção de Júpiter e Saturno, unidos como se fosse um grande astro, ocorreu de 5 a 15 de dezembro. No  crepúsculo, a intensa luz podia ser vista ao olhar para o  Sul, de modo que os Magos do Oriente, ao caminhar de Jerusalém a Belém, a tinham diante de si. A estrela parecia se mover, como explica o Evangelho, "diante deles" (Mt 2, 9).

Fonte: ACI Digital

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