Quarta-feira, dia 06 de Fevereiro de 2013
Quarta-feira da 4ª semana do Tempo Comum
S. Gonçalo Garcia, religioso, mártir, +1597, Santos Paulo Miki, Pedro Batista e companheiros, mártires, +1597
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Carta a Diogneto : «Estava admirado com a falta de fé daquela gente»
Leituras
Heb. 12,4-7.11-15.
Irmãos: Vós ainda não resististes até ao sangue na luta contra o pecado.
Esquecestes a exortação que vos é dirigida como a filhos: Meu filho, não desprezes a correcção do Senhor,e não desanimes quando és repreendido por Ele,
porque o Senhor corrige os que ama e castiga todo o que reconhece como filho.
É para vossa correcção que sofreis. Deus trata-vos como filhos; e qual é o filho a quem o pai não corrige?
É certo que toda a correcção, no momento em que é aplicada, não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; mais tarde, porém, produz um fruto de paz e de justiça nos que foram exercitados por ela.
Por isso, levantai as vossas mãos fatigadas e os vossos joelhos enfraquecidos,
fazei caminhos rectos para os vossos pés, para que o coxo não coxeie mais, mas seja curado.
Procurai a paz com todos e a santidade, sem a qual ninguém verá o Senhor.
Vigiai, para que ninguém venha a estar privado da graça de Deus, nem alguma raiz amarga, crescendo, vos cause dano e, por meio dela, muitos venham a ser contaminados.
Salmos 103(102),1-2.13-14.17-18a.
A misericórdia do Senhor permanece para sempre sobre aqueles que O temem.
Bendiz, ó minha alma, o Senhor,
e todo o meu ser bendiga o seu nome santo.
Bendiz, ó minha alma, o Senhor,
e não esqueças nenhum dos seus benefícios.
Como um pai se compadece dos seus filhos,
assim o Senhor se compadece dos que O temem.
Ele sabe de que somos formados;
não se esquece de que somos pó da terra.
A bondade do Senhor permanece para sempre
sobre aqueles que O temem,
sobre aqueles que guardam a sua aliança
e se lembram de cumprir os seus preceitos.
Marcos 6,1-6.
Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se à sua terra e os discípulos seguiam-no.
Chegado o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Os numerosos ouvintes enchiam-se de espanto e diziam: «De onde é que isto lhe vem e que sabedoria é esta que lhe foi dada? Como se operam tão grandes milagres por suas mãos?
Não é Ele o carpinteiro, o filho de Maria e irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? E as suas irmãs não estão aqui entre nós?» E isto parecia-lhes escandaloso.
Jesus disse-lhes: «Um profeta só é desprezado na sua pátria, entre os seus parentes e em sua casa.»
E não pôde fazer ali milagre algum. Apenas curou alguns enfermos, impondo-lhes as mãos.
Estava admirado com a falta de fé daquela gente. Jesus percorria as aldeias vizinhas a ensinar.
Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Carta a Diogneto (c. 200)
§§ 11-12
«Estava admirado com a falta de fé daquela gente»
O Pai enviou o Verbo, a Sua Palavra, para O manifestar ao mundo. Ele foi
desprezado pelos Seus próximos mas, através da pregação dos apóstolos, as
nações pagãs creram n'Ele. Ele já era desde o início (cf Jo 1,1), mas
manifestou-Se na novidade e os Seus discípulos reconheceram n'Ele a
ancestralidade. Ele renasce todos os dias no coração dos santos; e é
proclamado Filho num eterno hoje (cf Sl 2,7).
Por Ele a Igreja enriquece-se com uma graça que desabrocha e cresce nos
santos: ela confere-lhes a inteligência espiritual, desvela-lhes os
mistérios sagrados e fá-los compreender os sinais dos tempos. A Igreja
alegra-se por causa dos crentes; e oferece-se a todos os que a procuram
respeitando os compromissos da fé e os marcos colocados pelos nossos Pais.
A partir de agora, o temor da Lei inspira cânticos de louvor, a graça
anunciada pelos profetas é reconhecida, a fé no Evangelho reafirma-se, a
tradição dos apóstolos permanece intacta e a graça da Igreja fá-la dançar
de alegria.
Se não bloqueares essa graça, conhecerás os segredos que o Verbo revela por
quem Ele quiser e quando Lhe aprouver. [...] Aproximai-vos, portanto, e
escutai com atenção; então sabereis tudo o que Deus confia àqueles que O
amam verdadeiramente. Eles tornam-se num jardim de delícias; neles crescerá
uma árvore fecunda, de seiva vigorosa, e serão cumulados com os mais ricos
frutos. Esse é o verdadeiro terreno onde foi plantada a árvore do
conhecimento e a árvore da vida (cf Gn 2,9). [...] Por isso, que o teu
coração se faça inteiramente conhecimento e que o Verbo da verdade Se torne
a tua vida. Se essa árvore crescer em ti e se desejares ardentemente o seu
fruto, recolherás sempre os melhores dons de Deus.
Gerir directamente o seu abono (ou a sua subscrição) neste endereço : www.evangelhoquotidiano.org
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Profecia do Dia
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Profecia do Dia
Terça-feira, dia 05 de Fevereiro de 2013
Terça-feira da 4ª semana do Tempo Comum
Santa Águeda, virgem, mártir, +251, S. Felipe de Jesus, religioso, mártir, +1597
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Santo Ambrósio : «Sou Eu que te digo: levanta-te!»
Leituras
Heb. 12,1-4.
Irmãos: Deste modo, também nós, circundados como estamos de tal nuvem de testemunhas, deixando de lado todo o impedimento e todo o pecado, corramos com perseverança a prova que nos é proposta,
tendo os olhos postos em Jesus, autor e consumador da fé. Ele, renunciando à alegria que lhe fora proposta, sofreu a cruz, desprezando a ignomínia, e sentou-se à direita do trono de Deus.
Considerai, pois, aquele que sofreu tal oposição por parte dos pecadores, para que não desfaleçais, perdendo o ânimo.
Ainda não resististes até ao sangue na luta contra o pecado.
Salmos 22(21),26b-27.28.30.31-32.
Todos os que Vos procuram Vos louvarão, Senhor
Cumprirei os meus votos
na presença dos teus fiéis.
Os pobres comerão e serão saciados;
louvarão o Senhor os que O procuram.
«Vivam para sempre os vossos corações.»
Hão-de lembrar-se do Senhor
e voltar-se para Ele
todos os confins da terra;
hão-de prostrar-se diante d'Ele
todos os povos e nações.
Só a Ele hão-de adorar
todos os grandes do mundo,
diante d'Ele se hão-de prostrar
todos os que descem ao pó da terra.
Para Ele viverá a minha alma,
há-de servi-l'O a minha descendência.
Falar-se-á do Senhor às gerações vindouras,
e a Sua justiça será revelada
ao povo que há-de vir:
«Eis o que fez o Senhor»
Marcos 5,21-43.
Naquele tempo, depois de Jesus ter atravessado, no barco, para a outra margem, reuniu-se uma grande multidão junto dele, que continuava à beira-mar.
Chegou, então, um dos chefes da sinagoga, de nome Jairo, e, ao vê-lo, prostrou-se a seus pés
e suplicou instantemente: «A minha filha está a morrer; vem impor-lhe as mãos para que se salve e viva.»
Jesus partiu com ele, seguido por numerosa multidão, que o apertava.
Certa mulher, vítima de um fluxo de sangue havia doze anos,
que sofrera muito nas mãos de muitos médicos e gastara todos os seus bens sem encontrar nenhum alívio, antes piorava cada vez mais,
tendo ouvido falar de Jesus, veio por entre a multidão e tocou-lhe, por detrás, nas vestes,
pois dizia: «Se ao menos tocar nem que seja as suas vestes, ficarei curada.»
De facto, no mesmo instante se estancou o fluxo de sangue, e sentiu no corpo que estava curada do seu mal.
Imediatamente Jesus, sentindo que saíra dele uma força, voltou-se para a multidão e perguntou: «Quem tocou as minhas vestes?»
Os discípulos responderam: «Vês que a multidão te comprime de todos os lados, e ainda perguntas: 'Quem me tocou?'»
Mas Ele continuava a olhar em volta, para ver aquela que tinha feito isso.
Então, a mulher, cheia de medo e a tremer, sabendo o que lhe tinha acontecido, foi prostrar-se diante dele e disse toda a verdade.
Disse-lhe Ele: «Filha, a tua fé salvou-te; vai em paz e sê curada do teu mal.»
Ainda Ele estava a falar, quando, da casa do chefe da sinagoga, vieram dizer: «A tua filha morreu; de que serve agora incomodares o Mestre?»
Mas Jesus, que surpreendera as palavras proferidas, disse ao chefe da sinagoga: «Não tenhas receio; crê somente.»
E não deixou que ninguém o acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago.
Ao chegar a casa do chefe da sinagoga, encontrou grande alvoroço e gente a chorar e a gritar.
Entrando, disse-lhes: «Porquê todo este alarido e tantas lamentações? A menina não morreu, está a dormir.»
Mas faziam troça dele. Jesus pôs fora aquela gente e, levando consigo apenas o pai, a mãe da menina e os que vinham com Ele, entrou onde ela jazia.
Tomando-lhe a mão, disse: «Talitha qûm!», isto é, «Menina, sou Eu que te digo: levanta-te!»
E logo a menina se ergueu e começou a andar, pois tinha doze anos. Todos ficaram assombrados.
Recomendou-lhes vivamente que ninguém soubesse do sucedido e mandou dar de comer à menina.
Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Santo Ambrósio (c. 340-397), bispo de Milão, doutor da Igreja
Comentário sobre o Evangelho de Lucas, 6, 60-63
«Sou Eu que te digo: levanta-te!»
Antes de ressuscitar uma menina morta, foi para levar à fé que Jesus
começou por curar a mulher que sofria de perdas de sangue. Foi para te
instruir que Ele fez parar esse fluxo de sangue e curou a mulher, quando Se
encaminhava para a menina.
Do mesmo modo, é para acreditarmos na nossa ressurreição eterna que
celebramos a ressurreição histórica do Senhor que se seguiu à Sua paixão.
[...] Os servos do chefe da sinagoga vieram disseram: «De que serve agora
incomodares o Mestre?» Eles ainda não acreditam na ressurreição de Jesus,
profetizada na Lei e concretizada no Evangelho. Por isso, ao chegar à casa
Jesus leva conSigo poucas testemunhas da ressurreição que vai acontecer:
não foi grande o número dos que acreditaram de imediato na ressurreição.
Quando Jesus declara: «A menina não morreu, está a dormir», a multidão fez
«troça d'Ele», pois os que não acreditam troçam. Que chorem então os seus
mortos os que os crêem mortos: quando se tem fé na ressurreição, não é o
fim que se vê na morte, mas um repouso. [...]
Tomando, pois, a menina pela mão, Jesus curou-a e mandou que lhe dessem de
comer. Foi uma afirmação de vida, para que se pudesse crer na realidade e
não numa ilusão. Feliz daquela a quem a Sabedoria assim tem pela mão! Praza
a Deus que ela também assim me sustenha nas minhas ações, que a justiça me
tenha pela mão, que o Verbo, a Palavra de Deus, tome a minha mão e me
conduza a esse lugar escondido onde mora. Que afaste o meu espírito do
erro, que conduza aquele que salvou e ordene que me dêem de comer, pois o
Verbo de Deus é o pão do céu (cf Jo 6,32). É por isso que essa Sabedoria,
que depôs no altar santo os alimentos divinos do Seu Corpo e do Seu Sangue,
declara: «Vinde, comei do Meu pão e bebei do vinho que preparei» (Pr 9,5).
Gerir directamente o seu abono (ou a sua subscrição) neste endereço : www.evangelhoquotidiano.org
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Profecia do Dia
Segunda-feira, dia 04 de Fevereiro de 2013
Segunda-feira da 4ª semana do Tempo Comum
S. João de Brito, presbítero e mártir, +1693
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Beato Charles de Foucauld : «Vai para tua casa, para junto dos teus, e conta-lhes tudo o que o Senhor fez por ti»
Leituras
Heb. 11,32-40.
Irmãos: Que mais direi? Faltar-me-ia o tempo se quisesse falar acerca de Gedeão, Barac, Sansão, Jefté, David e Samuel e dos profetas,
os quais, pela fé, conquistaram reinos, exerceram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca de leões,
extinguiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza, recobraram a força, tornaram-se fortes na guerra, e puseram em fuga exércitos estrangeiros.
Algumas mulheres recuperaram os seus mortos por meio da ressurreição. Alguns foram torturados, não querendo aceitar a libertação, para obterem uma ressurreição melhor;
outros sofreram a prova dos escárnios e dos flagelos, das cadeias e da prisão.
Foram apedrejados, serrados ao meio, mortos ao fio da espada; andaram errantes cobertos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, atribulados e maltratados;
homens de quem o mundo não era digno, andaram vagueando pelos desertos, pelos montes, pelas grutas e pelas cavidades da terra.
E todos estes, apesar de terem recebido um bom testemunho, graças à sua fé, não alcançaram a realização da promessa,
porque Deus tinha previsto algo de melhor para nós, de modo que eles não alcançassem a perfeição sem nós.
Salmos 31(30),20.21.22.23.24.
Tende coragem e animai-vos, vós todos que esperais no Senhor.
Como é grande, Senhor, a tua bondade,
que tens reservada para os que Te temem!
À vista dos homens Tu a concedes
àqueles que em Ti confiam.
Ao abrigo da tua face, Tu os guardas
das intrigas dos homens;
na tua tenda os defendes
contra as línguas maldizentes.
Bendito seja o SENHOR, que, pelo seu amor,
fez maravilhas por mim na cidade fortificada.
Na minha ansiedade, eu dizia:
"Fui banido da tua presença."
Tu, porém, ouviste o brado da minha súplica,
quando eu te invoquei.
Amai o Senhor,
todos vós, que sois seus amigos!
O Senhor protege os seus fiéis,
mas castiga com rigor os orgulhosos.
Marcos 5,1-20.
Naquele tempo, Jesus e os seus discípulos chegaram à outra margem do mar, à região dos gerasenos.
Logo que Jesus desceu do barco, veio ao seu encontro, saído dos túmulos, um homem possesso de um espírito maligno.
Tinha nos túmulos a sua morada, e ninguém conseguia prendê-lo, nem mesmo com uma corrente,
pois já fora preso muitas vezes com grilhões e correntes, e despedaçara os grilhões e quebrara as correntes; ninguém era capaz de o dominar.
Andava sempre, dia e noite, entre os túmulos e pelos montes, a gritar e a ferir-se com pedras.
Avistando Jesus ao longe, correu, prostrou-se diante dele
e disse em alta voz: «Que tens a ver comigo, ó Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjuro-te, por Deus, que não me atormentes!»
Efectivamente, Jesus dizia: «Sai desse homem, espírito maligno.»
Em seguida, perguntou-lhe: «Qual é o teu nome?» Respondeu: «O meu nome é Legião, porque somos muitos.»
E suplicava-lhe insistentemente que não o expulsasse daquela região.
Ora, ali próximo do monte, andava a pastar uma grande vara de porcos.
E os espíritos malignos suplicaram a Jesus: «Manda-nos para os porcos, para entrarmos neles.»
Jesus consentiu. Então, os espíritos malignos saíram do homem e entraram nos porcos, e a vara, cerca de uns dois mil, precipitou-se do alto no mar e ali se afogou.
Os guardas dos porcos fugiram e levaram a notícia à cidade e aos campos. As pessoas foram ver o que se passara.
Ao chegarem junto de Jesus, viram o possesso sentado, vestido e em perfeito juízo, ele que estivera possuído de uma legião; e ficaram cheias de temor.
As testemunhas do acontecimento narraram-lhes o que tinha sucedido ao possesso e o que se passara com os porcos.
Então, pediram a Jesus que se retirasse do seu território.
Jesus voltou para o barco e o homem que fora possesso suplicou-lhe que o deixasse andar com Ele.
Não lho permitiu. Disse-lhe antes: «Vai para tua casa, para junto dos teus, e conta-lhes tudo o que o Senhor fez por ti e como teve misericórdia de ti.»
Ele retirou-se, começou a apregoar na Decápole o que Jesus fizera por ele, e todos se maravilhavam.
Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Beato Charles de Foucauld (1858-1916), eremita e missionário no Saara
Meditações sobre os Evangelhos, n°194
«Vai para tua casa, para junto dos teus, e conta-lhes tudo o que o Senhor fez por ti»
Quando desejarmos seguir Jesus, não nos espantemos se Ele não no-lo
permitir de imediato, ou mesmo se não no-lo permitir nunca. [...] Com
efeito, a Sua visão tem maior alcance do que a nossa; Ele quer, não só o
nosso bem, mas o bem de todos. [...]
É evidente que partilharmos a nossa vida com e como os apóstolos é um bem e
uma graça, e devemos tentar sempre aproximar-nos desta imitação da Sua
vida. Mas esta é apenas uma graça exterior; ao cumular-nos interiormente de
graça, Deus pode tornar-nos muito mais santos sem essa imitação perfeita
[...] do que com ela. Ele pode, aumentando em nós a fé, a esperança e a
caridade, tornar-nos muito mais perfeitos no mundo, ou numa ordem
[religiosa] moderada, do que o seríamos no deserto ou numa ordem austera.
[...] Se Deus não permitir que O sigamos, não fiquemos surpreendidos, nem
temerosos, nem tristes. Pensemos, antes, que Ele nos trata como tratou o
geraseno e que tem motivos muito sábios e muito ocultos para tal. O que
devemos fazer é obedecer-Lhe e fazer a Sua vontade. Aliás [...], talvez
Jesus tenha permitido que o geraseno se juntasse aos apóstolos alguns meses
ou alguns anos mais tarde.
Sempre que nos seja possível, tentemos ter a vida mais perfeita e, por
agora, viver com perfeição a vida que Jesus nos destina, aquela onde Ele
nos quer. Vivamo-la como Ele próprio a viveria se essa fosse a vontade de
Seu Pai; façamos tudo como Ele o faria, se Seu Pai o colocasse nesta
situação. [...] A verdadeira perfeição é fazer a vontade de Deus.
Gerir directamente o seu abono (ou a sua subscrição) neste endereço : www.evangelhoquotidiano.org