Naqueles dias, quando entraram na Média, e se aproximavam de Ecbátana, o anjo Felizes os que obedecem ao Senhor Naquele tempo, aproximou-se de Jesus um escriba e perguntou-Lhe: «Qual é o primeiro de todos os mandamentos?» Sou consumido por uma dupla chama: o amor de Deus e o amor dos homens. É |
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Profecia do Dia
terça-feira, 4 de junho de 2013
Profecia do Dia
Naqueles dias, eu Tobit, de alma angustiada, gemendo e chorando, comecei a dizer entre suspiros a seguinte oração: Meu Deus, em ti confio: não seja confundido, Naquele tempo, vieram ter com Jesus alguns saduceus, que negam a ressurreição, e interrogaram-no: É uma verdade fundamental, que a Escritura e a Tradição não cessam de ensinar e de celebrar: «O mundo foi criado para glória de Deus» (Vaticano I). Deus criou todas as coisas, explica São Boaventura, «não para aumentar a Sua glória, mas para a manifestar e para a comunicar». Para criar, Deus não tem outra razão senão o Seu amor e a Sua bondade: «As criaturas saíram da mão [de Deus], aberta pela chave do amor» (São Tomás de Aquino). [...]A glória de Deus está em que se realize esta manifestação e esta comunicação da Sua bondade, em ordem às quais o mundo foi criado. Fazer de nós «filhos adoptivos por Jesus Cristo. Assim aprouve à Sua vontade, para que fosse enaltecida a glória da sua graça» (Ef 1, 5-6): «Porque a glória de Deus é o homem vivo, e a vida do homem é a visão de Deus: se a revelação de Deus pela criação já proporcionou a vida a todos os seres que vivem na terra, quanto mais a manifestação do Pai pelo Verbo proporciona a vida aos que vêem a Deus!» (Santo Ireneu). O fim último da criação é que Deus Pai, «criador de todos os seres, venha finalmente a ser "tudo em todos" (1Cor 15,28), provendo, ao mesmo tempo, à Sua glória e à nossa felicidade» (Vaticano II). |
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Profecia do Dia
Naquela mesma noite, depois de ter enterrado o cadáver, lavei-me, entrei no pátio da casa e deitei-me junto do muro, deixando a face descoberta por causa do calor. Feliz o homem que teme o Senhor Naquele tempo, foram enviados a Jesus alguns fariseus e partidários de Herodes, a fim de o apanharem em alguma palavra. Homem, porque és tão vil aos teus próprios olhos, quando és tão precioso aos olhos de Deus? Porque te desonras, quando Deus te honrou tanto? Porque te perguntas como foste criado, e negligencias em procurar para que fim? Esta morada do mundo que vês não foi construída só para ti? Foi para ti que a luz brilhou, a fim de vencer as trevas, para ti que se dispôs a noite e se mediu o dia; é para ti que o céu brilha com os raios do sol, da lua e das estrelas; para ti que a terra se cobre de flores, de árvores, de frutos; é por ti que vive no ar, nos campos e nas águas uma diversidade maravilhosa de animais, para que a tristeza e a solidão não ensombrassem a alegria da criação nascente. Deus moldou-te do pó da terra (Gn 2,7), para que sejas senhor das coisas desta terra, partilhando com elas uma natureza comum. No entanto, por mais terreno que sejas, Deus não te nivelou ao ponto de não estares já ao nível dos céus, no que diz respeito à tua alma. Para que tenhas a inteligência em comum com Deus, e o corpo em comum com os animais, Deus deu-te o dom de uma alma celeste e de um corpo terreno; assim, em ti se enlaça uma união permanente entre o céu e a terra. O teu Criador quis ainda acrescentar a tua elevação, e chegou mesmo a depositar em ti a sua imagem (Gn 1,26), para que esta imagem visível tornasse presente sobre a terra o Criador invisível. [...] Se assim é, como podes considerar uma desonra que Deus, na sua bondade, acolha em Si mesmo o que criou em ti e queira aparecer em realidade com aspecto de homem? [...] A Virgem concebeu e deu à luz um filho (Mt 1,23-25). |