O Senhor dirigiu-me a palavra, dizendo: Deus é o meu Salvador, Naquele tempo, aproximaram-se de Jesus alguns fariseus para O porem à prova e disseram-Lhe: «É permitido ao homem repudiar a sua esposa por qualquer motivo?». Irmãos, vamos pedir a Deus que abençoe estes novos esposos que vão receber conjuntamente o corpo e o sangue de Jesus Cristo. |
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
O Senhor dirigiu-me a palavra, dizendo: Eles tentaram e ofenderam o Altíssimo Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou-Lhe: «Se meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe? Até sete vezes?». Todos os dias, antes de te deitares, deves fazer um exame de consciência (porque não sabes se no dia seguinte ainda estarás neste mundo!). Por maior que seja o mal que tiveres feito, deves empenhar-te em repará-lo, se for possível. Se, por exemplo, roubaste alguma coisa, deves devolvê-la. Se trataste mal alguém, tenta pedir-lhe desculpa sem demora. Se for impossível reparar, exprime a Deus a tua pena e o teu remorso. É muito importante que o faças, porque temos de ser capazes de contrição para nos tornarmos capazes de amar. Podes dizer, por exemplo: «Senhor, lamento muito ter-Te ofendido e prometo esforçar-me por não voltar a fazê-lo.» Que impressão de bem-estar, de alívio, se tem então, sentindo o coração purificado! Recorda-te de que Deus é misericórdia. Ele é um Pai atencioso, disposto a tudo perdoar e a tudo esquecer, desde que nós procuremos fazer o mesmo para com aqueles que nos ofenderam. |
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Irmãos: Lembrai-vos disto: Quem semeia pouco também colherá pouco e quem semeia abundantemente também colherá abundantemente. Feliz o homem que teme o Senhor Naquele tempo, disse Jesus aos discípulos:«Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto. À primeira vista, um grão de mostarda é pequeno, vulgar e desprezível; não tem sabor, não exala cheiro, não deixa presumir doçura. Depois de ser triturado, contudo, difunde o seu odor próprio, dá mostras do seu vigor, tem um gosto de chama e queima com ardor tal, que a pessoa se espanta por encontrar tão grande fogo em grão tão pequeno. […] Assim também a fé cristã parece, à primeira vista, pequena, vulgar e frágil; não demonstra o seu poder, não faz alarde da sua influência. Mas, depois de ter sido triturada por várias provas, dá mostras do seu vigor, faz brilhar a sua energia, exala a chama da sua fé no Senhor. O fogo divino fá-la vibrar com um fulgor tal que, ardendo ela própria, aquece os que dela partilham, como disseram Cléofas e o companheiro quando o Senhor conversou com eles após a Paixão: «Não estava o nosso coração a arder cá dentro, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?» (Lc 24,32) […] |