O Anjo do Senhor mostrou-me a mim, João, um rio de água viva, resplandecente como cristal, que brotava do trono de Deus e do Cordeiro. Vinde, exultemos de alegria no Senhor, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Tende cuidado convosco, não suceda que os vossos corações se tornem pesados pela intemperança, a embriaguez e as preocupações da vida e esse dia não vos surpreenda subitamente Ora antes de o teu corpo repousar. E depois, a meio da noite, levanta-te, lava as mãos com água e ora. Se a tua mulher estiver presente, orai os dois em conjunto. Se ela ainda não for crente, retira-te para outro quarto para orares, e depois volta para a cama. Não sejas preguiçoso para a oração. [...] É preciso orar a esta hora porque os anciãos, de quem herdámos esta tradição, nos ensinaram que a esta hora toda a criação repousa um momento para louvar o Senhor. As estrelas, as árvores e as águas param um instante, e toda a corte de anjos louva a Deus a esta hora com as almas dos justos. É por isso que os crentes devem ter o cuidado de orar a esta hora. |
sábado, 26 de novembro de 2016
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Eu, João, vi descer do Céu um Anjo, que tinha na mão a chave do abismo e uma grande cadeia. A minha alma suspira ansiosamente Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: «Olhai a figueira e as outras árvores: Fixemos o olhar no Pai e Criador do mundo; liguemo-nos aos seus dons de paz e aos seus benefícios, que são magníficos, incomparáveis. Contemplemo-Lo por meio do pensamento e consideremos com os olhos da alma a longa paciência dos seus desígnios; reflitamos na mansidão com que trata a criação inteira. […] Pois distribui os seus benefícios por toda a criação, mas prodiga-no-los de forma superabundante quando recorremos à sua misericórdia. […] |
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Eu, João, vi outro Anjo descer do Céu, com tão grande poder que a terra ficou iluminada com a sua glória. Aclamai o Senhor, terra inteira, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quando virdes Jerusalém cercada por exércitos, sabei que está próxima a sua devastação. Quando o Senhor veio, era já o fim do mundo. Aliás, Ele mesmo o dizia, situando-Se no fim dos tempos: «Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está muito próximo» (Mt 4,17). Mas reteve e atrasou o dia da consumação; proibiu-o de aparecer. Porque Deus Pai, vendo que a salvação dos povos só pode vir por Jesus, disse-Lhe: «Pede-Me, e dar-Te-ei as nações como herança e o teu poder estender-se-á até aos confins da terra» (Sl 2,8). Portanto, até ao cumprimento desta promessa do Pai, até que as Igrejas se acrescentem com as diversas nações e que nelas entre toda «a plenitude dos pagãos» para que, por fim, «todo Israel seja salvo» (Rom 11,25), esse dia é dilatado, o fim do dia é diferido. O «Sol de justiça» (Mal 3,20) não se põe, mas continua a derramar a luz da verdade no coração dos que crêem. |