Naqueles dias, os chefes do povo, os anciãos e os escribas, vendo a firmeza de Pedro e de João e verificando que eram homens iletrados e plebeus, ficaram surpreendidos. Reconheciam-nos como companheiros de Jesus, Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, Jesus ressuscitou na manhã do primeiro dia da semana e apareceu em primeiro lugar a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demónios. Quando há abundância de sinais e de testemunhos, é menos meritório acreditar. [...] É por isso que Deus só realiza obras maravilhosas quando elas são absolutamente necessárias para a fé dos homens. Por este motivo, e a fim de que os seus discípulos não fossem privados do mérito da fé por terem tido experiência directa da sua ressurreição, antes de lhes aparecer, dispôs as coisas de modo que eles acreditassem sem O terem visto. |
sábado, 22 de abril de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
sexta-feira, 21 de abril de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Naqueles dias, estavam Pedro e João a falar ao povo, depois da cura do cego de nascença, quando surgiram os sacerdotes, o comandante do templo e os saduceus, Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, Naquele tempo, Jesus manifestou-Se outra vez aos seus discípulos, junto do mar de Tiberíades. Manifestou-Se deste modo: Deus misericordioso, muito compassivo, amigo dos homens (Sab 1,6) [...], quando Tu falas, nada é impossível, mesmo o que parece impossível ao nosso espírito: és Tu que dás um fruto saboroso em troca dos duros espinhos da nossa vida [...]. |
quinta-feira, 20 de abril de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Naqueles dias, o coxo de nascença que tinha sido curado não largava Pedro e João e todo o povo, cheio de assombro, acorreu para junto deles, ao pórtico de Salomão. Senhor, nosso Deus, Naquele tempo, os discípulos de Emaús contaram o que tinha acontecido no caminho e como tinham reconhecido Jesus ao partir do pão. Temos, mais do que nunca, necessidade de ouvir estas palavras de Cristo ressuscitado: «Nada receeis!» (Mt 28,10). É uma necessidade para o homem dos nossos dias […], que não cessa de ter medo no seu foro íntimo, e tem razões para isso […]. Como é uma necessidade para todos os povos e para as nações do mundo inteiro. É preciso que, na consciência de cada ser humano, se reforce a certeza de que existe Alguém que tem nas mãos o destino deste mundo que passa, Alguém que detém as chaves da morte e do inferno (Ap, 1,18), Alguém que é o Alfa e o Ómega da história do homem (Ap 22,13), quer da individual, quer da coletiva; e, sobretudo, a certeza de que este Alguém é Amor, o Amor encarnado, o Amor crucificado e ressuscitado, o Amor incessantemente presente no meio dos homens! Ele é o Amor eucarístico. Ele é uma fonte inesgotável de comunhão. Ele é o único em quem podemos acreditar sem a menor reserva quando nos pede: «Nada receeis» |