Irmãos: Agora alegro-me com os sofrimentos que suporto por vós e completo na minha carne o que falta à paixão de Cristo, em benefício do seu corpo, que é a Igreja. Só em Deus descansa a minha alma, Naquele tempo, Jesus entrou numa sinagoga a um sábado e começou a ensinar. Estava lá um homem com a mão direita paralítica. O Senhor impregnou com a seiva salutar das boas obras a mão que Adão estendera para colher os frutos da árvore proibida, para que, estando ressequida pelo erro, fosse então curada pelas boas obras. Naquela ocasião, Cristo ataca os seus adversários, que com falsas interpretações violavam os princípios da Lei; julgavam eles que o sábado devia ser observado como dia de descanso, não sendo permitido o trabalho, nem sequer para a realização de boas obras. Mas a Lei prefigurou no presente o aspeto do futuro onde, seguramente, será o mal a não trabalhar, não o bem [...]. |
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
domingo, 10 de setembro de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Eis o que diz o Senhor: «Filho do homem, coloquei-te como sentinela na casa de Israel. Quando ouvires a palavra da minha boca, deves avisá-los da minha parte. Vinde, exultemos de alegria no Senhor, Irmãos: Não devais a ninguém coisa alguma, a não ser o amor de uns para com os outros, pois, quem ama o próximo, cumpre a lei. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se o teu irmão te ofender, vai ter com ele e repreende-o a sós. Se te escutar, terás ganhado o teu irmão. No outro dia, alguém, um jornalista, fez-me uma pergunta estranha: «A Madre também se confessa? – Sim, confesso-me todas as semanas, respondi. – Deus deve ser muito exigente, para a Madre também ter de se confessar.» |
sábado, 9 de setembro de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Irmãos: Outrora éreis estranhos a Deus e na vossa mente seus inimigos pelas vossas más acções. Senhor, salvai-me pelo vosso nome, Passava Jesus através das searas num dia de sábado e os discípulos apanhavam e comiam as espigas, debulhando-as com as mãos. Todos os dias da criação são grandes e admiráveis, mas nenhum pode comparar-se ao sétimo; nesse dia, não é a criação de um ou outro elemento natural que se propõe à nossa contemplação, é o repouso do próprio Deus e a perfeição de todas as criaturas. Lemos, com efeito: «Concluída, no sétimo dia, toda a obra que havia feito, Deus repousou, no sétimo dia, do trabalho por Ele realizado» (Gn 2,2). Grande é este dia, insondável este repouso, magnífico este sabat! Ah, se pudesses compreender! Este dia não foi determinado pelo curso do sol visível, não começa quando este nasce, não termina quando este se põe; não tem manhã e tarde (cf Gn 1,5). [...] |