Caríssimo: É digna de fé esta palavra e merecedora de toda a aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, e eu sou o primeiro deles. Louvai, servos do Senhor, louvai o nome do Senhor. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Não há árvore boa que dê mau fruto, nem árvore má que dê bom fruto. Se há coisa que sempre nos garantirá o Céu, são os atos de caridade e de generosidade com que tivermos preenchido a nossa existência. Saberemos jamais o bem que pode fazer um simples sorriso? Proclamamos que Deus acolhe, compreende, perdoa; mas somos a prova viva disso que proclamamos? Os outros detetam em nós esse acolhimento, essa compreensão e esse perdão vivos? Sejamos sinceros nas nossas relações uns com os outros; tenhamos a coragem de nos aceitar uns aos outros tal como somos. Não nos deixemos espantar nem preocupar com os nossos fracassos nem com os fracassos dos outros. Antes, vejamos o bem que há em cada um de nós; descubramo-lo, porque todos nós fomos criados à imagem de Deus. |
sábado, 16 de setembro de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Nos dias da sua vida mortal, Cristo dirigiu preces e súplicas, com grandes clamores e lágrimas, Àquele que O podia livrar da morte e foi atendido por causa da sua piedade. Em Vós, Senhor, me refugio, jamais serei confundido, Naquele tempo, estavam junto à cruz de Jesus sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Quando Jesus Se pôs a percorrer as cidades e as aldeias para anunciar a Boa Nova (Mt 9,35), acompanhava-o Maria, a seus passos presa de maneira inseparável, suspensa de seus lábios sempre que Ele abria a boca para ensinar. A tal ponto assim era, que nem a tempestade da perseguição nem o horror do suplício a fizeram abandonar a companhia de seu Filho, os ensinamentos do seu Mestre. «Estavam junto à cruz de Jesus sua Mãe [...]». É Mãe, verdadeiramente Mãe, esta que nem nos terrores da morte abandonou o Filho. Como poderia deixar-se assustar pela morte, esta cujo «amor era forte como a morte» (Ct 8,6), e mais forte até que a própria morte? Sim, Ela mantinha-se aos pés da cruz de Jesus e a dor desta cruz crucificava-a também em seu coração; todas as chagas que via no corpo ferido de seu Filho eram gládios que lhe trespassavam a alma (Lc 2,35). É pois com toda a justiça que ali mesmo é proclamada Mãe, e lhe é designado um protetor bem escolhido que a tome a seu cuidado, porque foi de facto ali que se manifestaram o amor perfeito da Mãe para com o Filho e a verdadeira humanidade que o Filho recebera da Mãe [...]. |
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Naqueles dias, o povo de Israel impacientou-se Escuta, meu povo, a minha instrução, Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Ninguém subiu ao Céu senão Aquele que desceu do Céu: o Filho do homem. Foi a cruz que reconciliou os homens com Deus, que fez da Terra um Céu, que uniu os homens aos anjos. Ela derrubou a cidadela da morte, destruiu o poder do demónio, libertou a Terra do mal, estabeleceu os fundamentos da Igreja. A cruz é a vontade do Pai, a glória do Filho, o júbilo do Espírito Santo. [...] |