Estava eu a olhar, quando foram colocados tronos e um Ancião sentou-se. As suas vestes eram brancas como a neve e os cabelos como a lã pura. O seu trono eram chamas de fogo, com rodas de lume vivo. De todo o coração, Senhor, eu Vos dou graças, Naquele tempo, Jesus viu Natanael, que vinha ao seu encontro, e disse: «Eis um verdadeiro israelita, em quem não há fingimento». Os anjos são os nossos pastores; não só levam a Deus as nossas mensagens, como também trazem até nós as mensagens que Deus nos envia. Eles alimentam-nos a alma com doces inspirações e comunicações divinas; sendo bons pastores, protegem-nos e defendem-nos dos lobos, isto é, dos demónios. |
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
No segundo ano do rei Dario, no primeiro dia do sexto mês, foi dirigida a palavra do Senhor, por meio do profeta Ageu, a Zorobabel, filho de Salatiel, governador de Judá, e a Josué, filho de Josadac, sumo sacerdote: Cantai ao Senhor um cântico novo, Naquele tempo, o tetrarca Herodes ouviu dizer tudo o que Jesus fazia e andava perplexo, porque alguns diziam: «É João Baptista que ressuscitou dos mortos». Neste mundo, o Senhor só é visto quando quer, e não podemos espantar-nos com isso. Mesmo na ressurreição, só será dado ver a Deus aos que tiverem o coração puro: «Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus» (Mt 5,8). Quantas bem-aventuranças não tinha Jesus enumerado já e, contudo, não lhes tinha prometido esta possibilidade: de verem Deus. Se, portanto, aqueles que têm o coração puro hão de ver a Deus, seguramente que os outros não O verão [...]; aquele que não quis ver a Deus não poderá vê-lo. |
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Na hora da oblação da tarde, eu, Esdras, levantei-me da minha prostração e, com as vestes e o manto rasgados, pus-me de joelhos, estendi as mãos para o Senhor, meu Deus, Bendito seja Deus, que vive eternamente: Naquele tempo, Jesus chamou os doze Apóstolos e deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demónios e para curarem todas as doenças. A Igreja, enviada por Deus a todas as gentes para ser «sacramento universal de salvação» (Lumen Gentium § 48), por íntima exigência da própria catolicidade, obedecendo a um mandato do seu Fundador (Mc 16,15), procura incansavelmente anunciar o Evangelho a todos os homens. Já os próprios Apóstolos em que a Igreja se alicerça, seguindo o exemplo de Cristo, «pregaram a palavra da verdade e geraram as igrejas» (Sto. Agostinho). Aos seus sucessores compete perpetuar esta obra, para que «a palavra de Deus se propague rapidamente e Ele seja glorificado» (2Tess 3,1), e o reino de Deus seja pregado e estabelecido em toda a Terra. |