Deus disse a Noé e a seus filhos: Mostrai-me, Senhor, os vossos caminhos, Caríssimos: Cristo morreu uma só vez pelos pecados – o Justo pelos injustos – para vos conduzir a Deus. Morreu segundo a carne, mas voltou à vida pelo Espírito. Naquele tempo, o Espírito Santo impeliu Jesus para o deserto. «Escutai, ó Deus, o meu clamor, atendei a minha oração! [...] Dos confins da terra grito por Vós, com o meu coração desfalecido» (Sl 60,2-3). Dos confins da terra, ou seja, de toda a parte. [...] Não é só uma pessoa que fala assim; e, no entanto, é uma só pessoa, porque não há senão um só Cristo, do qual somos os membros (Ef 5,23). [...] Aquele que grita dos confins da terra está angustiado, mas não foi abandonado. Porque fomos nós, ou seja, o seu corpo, que o Senhor quis prefigurar no seu próprio corpo. [...] |
domingo, 18 de fevereiro de 2018
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
sábado, 17 de fevereiro de 2018
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Eis o que diz o Senhor: «Se tirares do meio de ti toda a opressão, os gestos de ameaça e as palavras ofensivas, Inclinai, Senhor, o vosso ouvido e atendei-me, Naquele tempo, Jesus viu um publicano chamado Levi, sentado no posto de cobrança, e disse-lhe: «Segue-Me». O tempo da Quaresma recorda os quarenta anos que Israel passou no deserto, quando estava a camiho da Terra Prometida. Durante este período, o povo aprendeu o que significava viver numa tenda, sem morada fixa, em total ausência de segurança. Muitas vezes, foi tentado a voltar ao Egito: lá, pelo menos, estava certo de ter que comer, mesmo que fosse um alimento de escravos. Na precaridade do deserto, é o próprio Deus quem fornece a água e o alimento ao seu povo e quem o protege de todos os perigos. Assim, a experiência da total dependência em relação a Deus transforma-se para os hebreus em caminho para se libertarem da escravidão e da idolatria dos bens materiais. |
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Eis o que diz o Senhor Deus: «Clama em altos brados sem cessar, ergue a tua voz como trombeta. Faz ver ao meu povo as suas faltas e à casa de Jacob os seus pecados. Compadecei-Vos de mim, ó Deus, pela vossa bondade, pela vossa grande misericórdia, apagai os meus pecados. Naquele tempo, os discípulos de João Baptista foram ter com Jesus e perguntaram-Lhe: «Por que motivo nós e os fariseus jejuamos e os teus discípulos não jejuam?». Quem pratica o jejum deve compreender o jejum: deve simpatizar com o homem que tem fome se quer que Deus simpatize com a sua própria fome; deve ser misericordioso se espera obter misericórdia. [...] O que perdemos pela desatenção, devemos conquistá-lo pelo jejum; imolemos as nossas vidas pelo jejum, porque não há nada mais importante que possamos oferecer a Deus, como prova o profeta quando diz: «O sacrifício que agrada a Deus é um espírito contrito; Deus não desprezará um espírito humilhado e contrito» (Sl 50,19). Oferece pois a tua vida a Deus, oferece a oblação do jejum para que tenhas aí uma oferta pura, um sacrifício santo, uma vítima viva que inste em teu favor. [...] |