Domingo, dia 08 de Maio de 2011
3º Domingo da Páscoa - Ano A
3º Domingo de Páscoa (semana III do saltério)Nossa Senhora, Saúde dos EnfermosNossa Senhora Medianeira
Santo Acácio da Capadócia, centurião, mártir, +304 , Santa Madalena de Canossa, virgem, fundadora, +1835, São Vítor, soldado africano, mártir, +303
Comentário ao Evangelho do dia feito por
João Paulo II : «Fica connosco»
Leituras
Actos 2,14.22-33.
De pé, com os Onze, Pedro ergueu a voz e dirigiu-lhes então estas palavras: «Homens da Judeia e todos vós que residis em Jerusalém, ficai sabendo isto e prestai atenção às minhas palavras.
Homens de Israel, escutai estas palavras: Jesus de Nazaré, Homem acreditado por Deus junto de vós, com milagres, prodígios e sinais que Deus realizou no meio de vós por seu intermédio, como vós próprios sabeis,
este, depois de entregue, conforme o desígnio imutável e a previsão de Deus, vós o matastes, cravando-o na cruz pela mão de gente perversa.
Mas Deus ressuscitou-o, libertando-o dos grilhões da morte, pois não era possível que ficasse sob o domínio da morte.
David diz a seu respeito: 'Eu via constantemente o Senhor diante de mim, porque Ele está à minha direita, a fim de eu não vacilar.
Por isso o meu coração se alegrou e a minha língua exultou; e até a minha carne repousará na esperança,
porque Tu não abandonarás a minha vida na habitação dos mortos, nem permitirás que o teu Santo conheça a decomposição.
Deste-me a conhecer os caminhos da Vida, hás-de encher-me de alegria com a tua presença.'
Irmãos, seja-me permitido falar-vos sem rodeios: o patriarca David morreu e foi sepultado, e o seu túmulo encontra-se, ainda hoje, entre nós.
Mas, como era profeta e sabia que Deus lhe prometera, sob juramento, que um dos descendentes do seu sangue havia de sentar-se no seu trono,
viu e proclamou antecipadamente a ressurreição de Cristo por estas palavras: 'Não foi abandonado na habitação dos mortos e a sua carne não conheceu a decomposição.'
Foi este Jesus que Deus ressuscitou, e disto nós somos testemunhas.
Tendo sido elevado pelo poder de Deus, recebeu do Pai o Espírito Santo prometido e derramou-o como vedes e ouvis.
Salmos 16(15),1-2a.5.7-8.9-10.11.
Defende me, ó Deus, porque em ti me refugio.
Digo ao SENHOR: "Tu és o meu Deus, és o meu bem e nada existe acima de ti."
SENHOR, minha herança e meu cálice, a minha sorte está nas tuas mãos.
Bendirei o SENHOR porque Ele me aconselha; até durante a noite a minha consciência me adverte.
Tenho sempre o SENHOR diante dos meus olhos; com Ele a meu lado, jamais vacilarei.
Por isso, o meu coração se alegra e a minha alma exulta e o meu corpo repousará em segurança.
Pois Tu não me entregarás à morada dos mortos, nem deixarás o teu fiel conhecer a sepultura.
Hás-de ensinar me o caminho da vida, saciar me de alegria na tua presença, e de delícias eternas, à tua direita.
1 Pedro 1,17-21.
E, se invocais como Pai aquele que, sem parcialidade, julga cada um consoante as suas obras, comportai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação;
sabendo que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver herdada dos vossos pais, não a preço de bens corruptíveis, prata ou ouro,
mas pelo sangue precioso de Cristo, qual cordeiro sem defeito nem mancha,
predestinado já antes da criação do mundo e manifestado nos últimos tempos por causa de vós;
vós, que por meio dele tendes a fé em Deus, que o ressuscitou dos mortos e o glorificou, a fim de que a vossa fé e a vossa esperança estejam postas em Deus.
Lucas 24,13-35.
Nesse mesmo dia, dois dos discípulos iam a caminho de uma aldeia chamada Emaús, que ficava a cerca de duas léguas de Jerusalém;
e conversavam entre si sobre tudo o que acontecera.
Enquanto conversavam e discutiam, aproximou-se deles o próprio Jesus e pôs-se com eles a caminho;
os seus olhos, porém, estavam impedidos de o reconhecer.
Disse-lhes Ele: «Que palavras são essas que trocais entre vós, enquanto caminhais?» Pararam entristecidos.
E um deles, chamado Cléofas, respondeu: «Tu és o único forasteiro em Jerusalém a ignorar o que lá se passou nestes dias!»
Perguntou-lhes Ele: «Que foi?» Responderam-lhe: «O que se refere a Jesus de Nazaré, profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo;
como os sumos sacerdotes e os nossos chefes o entregaram, para ser condenado à morte e crucificado.
Nós esperávamos que fosse Ele o que viria redimir Israel, mas, com tudo isto, já lá vai o terceiro dia desde que se deram estas coisas.
É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deixaram perturbados, porque foram ao sepulcro de madrugada
e, não achando o seu corpo, vieram dizer que lhes apareceram uns anjos, que afirmavam que Ele vivia.
Então, alguns dos nossos foram ao sepulcro e encontraram tudo como as mulheres tinham dito. Mas, a Ele, não o viram.»
Jesus disse-lhes, então: «Ó homens sem inteligência e lentos de espírito para crer em tudo quanto os profetas anunciaram!
Não tinha o Messias de sofrer essas coisas para entrar na sua glória?»
E, começando por Moisés e seguindo por todos os Profetas, explicou-lhes, em todas as Escrituras, tudo o que lhe dizia respeito.
Ao chegarem perto da aldeia para onde iam, fez menção de seguir para diante.
Os outros, porém, insistiam com Ele, dizendo: «Fica connosco, pois a noite vai caindo e o dia já está no ocaso.» Entrou para ficar com eles.
E, quando se pôs à mesa, tomou o pão, pronunciou a bênção e, depois de o partir, entregou-lho.
Então, os seus olhos abriram-se e reconheceram-no; mas Ele desapareceu da sua presença.
Disseram, então, um ao outro: «Não nos ardia o coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?»
Levantando-se, voltaram imediatamente para Jerusalém e encontraram reunidos os Onze e os seus companheiros,
que lhes disseram: «Realmente o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!»
E eles contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho e como Jesus se lhes dera a conhecer, ao partir o pão.
Da Bíblia Sagrada
Comentário ao Evangelho do dia feito por
João Paulo II
Carta apostólica «Mane nobiscum Domine» §§19-20 (© copyright Libreria Editrice Vaticana)
«Fica connosco»
Ao pedido dos discípulos de Emaús para que ficasse «com» eles, Jesus
responde com um dom muito maior: através do sacramento da Eucaristia,
encontrou o modo de permanecer «dentro» deles. Receber a Eucaristia é
entrar em comunhão profunda com Jesus. «Permanecei em Mim e Eu permanecerei
em vós» (Jo 15,4). Esta relação de íntima e recíproca «permanência»
permite-nos antecipar de algum modo o céu na terra. Não é porventura este o
maior anseio do homem? Não foi isso mesmo o que Deus Se propôs, ao realizar
na história o Seu desígnio de salvação? Ele colocou no coração do homem a
«fome» da Sua Palavra (Am 8,11), uma fome que ficará saciada apenas na
plena união com Ele. A comunhão eucarística foi-nos dada para «nos
saciarmos» de Deus sobre esta terra, à espera da saciedade plena no céu.Mas
esta intimidade especial, que se realiza na «comunhão» eucarística, não
pode ser adequadamente compreendida nem plenamente vivida fora da comunhão
eclesial. [...] A Igreja é o corpo de Cristo: caminha-se «com Cristo» na
medida em que se está em relação «com o seu corpo». Cristo providencia a
geração e fomento desta unidade com a efusão do Espírito Santo. E Ele mesmo
não cessa de promovê-la através da Sua presença eucarística. Com efeito, é
precisamente o único Pão eucarístico que nos torna um só corpo. Afirma-o o
apóstolo Paulo: «Uma vez que há um só pão, nós, embora sendo muitos,
formamos um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão» (1Cor 10,17).
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sábado, 7 de maio de 2011
Profecia do Dia
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Profecia do Dia
Sabado, dia 07 de Maio de 2011
Sábado da 2ª semana da Páscoa
Nossa Senhora, Mãe dos Desamparados
Santa Flávia Domitila, Virgem e Mártir, séc. I, Santo Agostinho Roscelli, presbítero, fundador, +1902
Comentário ao Evangelho do dia feito por
São Clemente de Alexandria : «O barco chegou imediatamente à terra para onde iam»
Leituras
Actos 6,1-7.
Por esses dias, como o número de discípulos ia aumentando, houve queixas dos helenistas contra os hebreus, porque as suas viúvas eram esquecidas no serviço diário.
Os Doze convocaram, então, a assembleia dos discípulos e disseram: «Não convém deixarmos a palavra de Deus, para servirmos às mesas.
Irmãos, é melhor procurardes entre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria; confiar-lhes-emos essa tarefa.
Quanto a nós, entregar-nos-emos assiduamente à oração e ao serviço da Palavra.»
A proposta agradou a toda a assembleia e escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócuro, Nicanor, Timão, Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia.
Foram apresentados aos Apóstolos que, depois de orarem, lhes impuseram as mãos.
A palavra de Deus ia-se espalhando cada vez mais; o número dos discípulos aumentava consideravelmente em Jerusalém, e grande número de sacerdotes obedeciam à Fé.
Salmos 33(32),1-2.4-5.18-19.
Exultai, ó justos, no SENHOR; louvai o, rectos de coração.
Louvai o SENHOR com a cítara; cantai lhe salmos com a harpa de dez cordas.
As palavras do SENHOR são verdadeiras, as suas obras nascem da fidelidade.
Ele ama a rectidão e a justiça; a terra está cheia da sua bondade.
Os olhos do SENHOR velam pelos seus fiéis, por aqueles que esperam na sua bondade,
para os libertar da morte e os manter vivos no tempo da fome.
João 6,16-21.
Ao cair da tarde, os seus discípulos desceram até ao lago
e, subindo para um barco, foram atravessando o lago em direcção a Cafarnaúm.
Já tinha escurecido e Jesus ainda não fora ter com eles. Soprando uma forte ventania, o lago começou a agitar-se.
Depois de terem remado mais ou menos uma légua, avistaram Jesus que se aproximava do barco, caminhando sobre o lago, e tiveram medo.
Mas Ele disse-lhes: «Sou Eu, não tenhais medo!»
Quiseram recebê-lo logo no barco, e o barco chegou imediatamente à terra para onde iam.
Da Bíblia Sagrada
Comentário ao Evangelho do dia feito por
São Clemente de Alexandria (150-c. 215), teólogo
Pedagogo, III, 12, 101
«O barco chegou imediatamente à terra para onde iam»
Oremos ao Verbo, a Palavra de Deus: Sê propício aos Teus filhos, Mestre,
Pai, guia de Israel, Filho e Pai, um e dois em simultâneo, Senhor!
Permite-nos, uma vez que obedecemos aos Teus mandamentos, que alcancemos a
plena semelhança da imagem (Gn 1,26), que compreendamos segundo as nossas
forças o Deus da bondade, o juiz sem dureza. Oferece-nos tudo Tu próprio:
vivermos na Tua paz, sermos transportados para a Tua cidade, atravessarmos
sem soçobrar as tempestades do pecado; sermos levados por sobre as águas
calmas pelo Espírito Santo, pela Sabedoria inexprimível. Possibilita-nos
cantar de noite e de dia, até ao último dia, os nossos louvores e as nossas
acções de graças ao Único Pai e Filho, Filho e Pai, Filho, Pedagogo (1Cor
4,15) e Mestre e também ao Espírito Santo.
Tudo pertence ao Único, Àquele que é o tudo, através do Qual tudo é um,
através do Qual existe a eternidade, de que todos somos membros (1Cor
12,27). A Ele pertencem a glória e os séculos; tudo pertence ao Bom, tudo
ao Belo, tudo ao Sábio, tudo ao Justo! A Ele a glória, agora e pelos
séculos, Ámen!
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
Profecia do Dia
Sexta-feira, dia 06 de Maio de 2011
Sexta-feira da 2ª semana da Páscoa
Santa Benedita (ou Benta), religiosa, séc. VI, Santo André Kim e 102 Companheiros, mártires coreanos, entre 1791 e 1866, S. Lúcio, confessor, +1250
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Santo Alberto Magno : «Jesus tomou os pães e, tendo dado graças, distribuiu-os»
Leituras
Actos 5,34-42.
Ergueu-se, então, um homem no Sinédrio, um fariseu chamado Gamaliel, doutor da Lei, respeitado por todo o povo. Mandou sair os acusados por alguns momentos
e, tomando a palavra, disse: «Homens de Israel, tende cuidado com o que ides fazer a esses homens!
Nos últimos tempos, apareceu Teudas, que se dizia alguém e ao qual seguiram cerca de quatrocentos homens. Ele foi liquidado e todos os seus partidários foram destroçados e reduzidos a nada.
Depois dele, apareceu também Judas, o galileu, nos dias do recenseamento, e arrastou o povo atrás dele. Morreu, igualmente, e todos os seus adeptos foram dispersos.
E, agora, digo-vos: não vos metais com esses homens, deixai-os. Se o seu empreendimento é dos homens, esta obra acabará por si própria;
mas, se vem de Deus, não conseguireis destruí-los, sem correrdes o risco de entrardes em guerra contra Deus.» Concordaram, então, com as suas palavras.
Trouxeram novamente os Apóstolos e, depois de os mandarem açoitar, proibiram-lhes de falar no nome de Jesus e libertaram-nos.
Quanto a eles, saíram da sala do Sinédrio cheios de alegria, por terem sido considerados dignos de sofrer vexames por causa do Nome de Jesus.
E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar e de anunciar a Boa-Nova de Jesus, o Messias.
Salmos 27(26),1.4.13-14.
O SENHOR é minha luz e salvação: de quem terei medo? O SENHOR é o baluarte da minha vida: quem me assustará?
Uma só coisa peço ao SENHOR e ardentemente a desejo: é habitar na casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para saborear o seu encanto e ficar em vigília no seu templo.
Creio, firmemente, vir a contemplar a bondade do SENHOR, na terra dos vivos.
Confia no SENHOR! Sê forte e corajoso, e confia no SENHOR!
João 6,1-15.
Depois disto, Jesus foi para a outra margem do lago da Galileia, ou de Tiberíades.
Seguia-o uma grande multidão, porque presenciavam os sinais miraculosos que realizava em favor dos doentes.
Jesus subiu ao monte e sentou-se ali com os seus discípulos.
Estava a aproximar-se a Páscoa, a festa dos judeus.
Erguendo o olhar e reparando que uma grande multidão viera ter com Ele, Jesus disse então a Filipe: «Onde havemos de comprar pão para esta gente comer?»
Dizia isto para o pôr à prova, pois Ele bem sabia o que ia fazer. Filipe respondeu-lhe:
«Duzentos denários de pão não chegam para cada um comer um bocadinho.»
Disse-lhe um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro:
«Há aqui um rapazito que tem cinco pães de cevada e dois peixes. Mas que é isso para tanta gente?»
Jesus disse: «Fazei sentar as pessoas.» Ora, havia muita erva no local. Os homens sentaram-se, pois, em número de uns cinco mil.
Então, Jesus tomou os pães e, tendo dado graças, distribuiu-os pelos que estavam sentados, tal como os peixes, e eles comeram quanto quiseram.
Quando se saciaram, disse aos seus discípulos: «Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca».
Recolheram-nos, então, e encheram doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada que sobejaram aos que tinham estado a comer.
Aquela gente, ao ver o sinal milagroso que Jesus tinha feito, dizia: «Este é realmente o Profeta que devia vir ao mundo!»
Por isso, Jesus, sabendo que viriam arrebatá-lo para o fazerem rei, retirou-se de novo, sozinho, para o monte.
Da Bíblia Sagrada
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Santo Alberto Magno (c. 1200-1280), dominicano
Livro sobre o sacramento
«Jesus tomou os pães e, tendo dado graças, distribuiu-os»
Senhor, lavados e purificados no mais profundo de nós mesmos, vivificados
pelo Teu Espírito Santo, saciados pela Tua Eucaristia, faz com que tenhamos
parte na graça que tiveram os santos apóstolos e os discípulos, que
receberam o sacramento das Tuas mãos. Desenvolve em nós a solicitude e a
diligência para Te seguirmos como membros Teus (1Cor 12,27), para que
sejamos dignos de receber de Ti o sentido e a experiência do Teu alimento
espiritual. Desenvolve em nós o zelo de Pedro para destruirmos toda a
vontade que seja contrária à Tua (Jo 18,10), esse zelo que Pedro concebeu
durante a Ceia. [...] Desenvolve em nós a paz interior, a resolução e a
alegria que foram saboreadas por São João, quando se inclinou sobre o Teu
peito (Jo 13,25); que assim possamos usufruir da Tua sabedoria, que tomemos
o gosto da Tua doçura, da Tua bondade. Desenvolve em nós a rectidão da fé,
uma esperança firme e uma caridade perfeita.
Pela intercessão de todos os santos apóstolos e de todos os Teus
bem-aventurados discípulos, faz com que recebamos da Tua mão o sacramento,
faz com que evitemos perseverantemente a traição de Judas, e inspira ao
nosso espírito o que o Teu Espírito inspirou aos santos que estão já no
céu, realizando em si mesmos a perfeição da beatitude. Concede-nos tudo
isto, Tu que vives e reinas com o Pai na unidade do mesmo Espírito, desde
antes de todo o começo e muito para além dos séculos. Ámen.
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