segunda-feira, 9 de maio de 2011

Profecia do Dia

Terça-feira, dia 10 de Maio de 2011
Terça-feira da 3ª semana da Páscoa

Nossa Senhora, Rainha dos Apóstolos
S. João de Ávila, presbítero, +1569,  Santo Antonino de Florença, Bispo e Confessor, +1459,  São Damião de Veuster, apóstolo dos leprosos, +1889



Comentário ao Evangelho do dia feito por
São Tomás de Aquino : «Eu sou o pão da vida»

Leituras

Actos 7,51-60.8,1.

Homens de cerviz dura, incircuncisos de coração e de ouvidos, sempre vos opondes ao Espírito Santo; como foram os vossos pais, assim sois vós também.
Qual foi o profeta que os vossos pais não tenham perseguido? Mataram os que predisseram a vinda do Justo, a quem traístes e assassinastes,
vós, que recebestes a Lei pelo ministério dos anjos, mas não a guardastes!»
Ao ouvirem tais palavras, encheram-se intimamente de raiva e rangeram os dentes contra Estêvão.
Mas este, cheio do Espírito Santo e de olhos fixos no Céu, viu a glória de Deus e Jesus de pé, à direita de Deus.
«Olhai, disse ele, eu vejo o Céu aberto e o Filho do Homem de pé, à direita de Deus.»
Eles, então, soltaram um grande grito e taparam os ouvidos; depois, à uma, atiraram-se a ele
e, arrastando-o para fora da cidade, começaram a apedrejá-lo. As testemunhas depuseram as capas aos pés de um jovem chamado Saulo.
E, enquanto o apedrejavam, Estêvão orava, dizendo: «Senhor Jesus, recebe o meu espírito.»
Depois, posto de joelhos, bradou com voz forte: «Senhor, não lhes atribuas este pecado.» Dito isto, adormeceu.
Saulo aprovava também essa morte. No mesmo dia, uma terrível perseguição caiu sobre a igreja de Jerusalém. À excepção dos Apóstolos, todos se dispersaram pelas terras da Judeia e da Samaria.


Salmos 31(30),3cd-4.6ab.7b.8a.17.21ab.

Inclina para mim os teus ouvidos; apressa te a libertar me. Sê para mim uma rocha de refúgio, uma fortaleza que me salve.
Tu és o meu rochedo e a minha fortaleza; por amor do teu nome, guia me e conduz me.
Nas tuas mãos entrego o meu espírito; SENHOR, Deus fiel, salva me.
Detesto os que adoram ídolos falsos; eu, por mim, confio no SENHOR.

Hei-de alegrar-me e regozijar-me com a tua misericórdia, pois viste a minha miséria e conheceste a angústia da minha alma.
Brilhe sobre o teu servo a luz da tua face; salva me pela tua misericórdia."
Ao abrigo da tua face, Tu os guardas das intrigas dos homens; na tua tenda os defendes contra as línguas maldizentes.


João 6,30-35.

Eles replicaram: «Que sinal realizas Tu, então, para nós vermos e crermos em ti? Que obra realizas Tu?
Os nossos pais comeram o maná no deserto, conforme está escrito: Ele deu-lhes a comer o pão vindo do Céu.»
E Jesus respondeu-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés que vos deu o pão do Céu, mas é o meu Pai quem vos dá o verdadeiro pão do Céu,
pois o pão de Deus é aquele que desce do Céu e dá a vida ao mundo.»
Disseram-lhe então: «Senhor, dá-nos sempre desse pão!»
Respondeu-lhes Jesus: «Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não mais terá fome e quem crê em mim jamais terá sede.


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

São Tomás de Aquino (1225-1274), teólogo dominicano, doutor da Igreja
Sequência para a festa do Santíssimo Sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, «Lauda Sion»

«Eu sou o pão da vida»

Louva Sião o Salvador,
louva o teu Pastor e o teu Guia
com hinos e com cantares.


Louva-O o mais que puderes:
supera todo o louvor,
nem bastante O louvarás!


Não há mais sublime assunto,
que nos possa ser proposto:
o pão vivo que dá a vida!


O mesmo que já foi dado,
ao grupo dos doze Apóstolos,
quando da última Ceia!


Seja perfeito e sonoro
este louvor e alegria
que brota das nossas almas. [...]


Nesta mesa de um Rei novo,
a Páscoa da Nova Lei
fez findar a Páscoa antiga.


Suplantando os velhos ritos:
dissipa a verdade as sombras
como a luz dissipa a noite!


O que Cristo fez na Ceia
ordenou que se fizesse
em memória de Si mesmo. [...]


Carne é o pão e vinho é o Sangue (Jo 6,55);
mas sob as duas espécies
palpita Jesus inteiro!


Não se parte nem divide
por aqueles que O recebem:
é tomado tal qual é!


Quer sejam mil, quer um só,
todos recebem o mesmo,
sem por isso O consumir! [...]


Eis aqui o pão dos anjos (Sl 78,25),
dado em viático aos homens;
verdadeiro pão dos filhos,
nunca jamais para os cães! (Mt 15,26)


Foi já predito em figuras:
na imolação de Isaac (Gn 22),
no Cordeiro pascal,
e no maná do deserto.


Ó bom Pastor, pão autêntico!
Ó Jesus, que olhais por nós!
Alimentai-nos! Valei-nos!
Dai-nos ver o bem supremo,
na Terra dos que já vivem! (Sl 26,13)


Tudo sabeis e podeis,
Vós que nos alimentais:
fazei-nos Vossos convivas,
herdeiros e companheiros,
na pátria de Vossos santos!




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domingo, 8 de maio de 2011

Profecia do Dia

Segunda-feira, dia 09 de Maio de 2011
Segunda-feira da 3ª semana da Páscoa

Santa Maria Domingas Mazzarello, religiosa, fundadora, +1881,  Santa Catarina de Bolonha, virgem, mística, +1463,  Isaías, profeta



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Santo Hilário : «A obra de Deus é esta: crer n'Aquele que Ele enviou.»

Leituras

Actos 6,8-15.

Cheio de graça e força, Estêvão fazia extraordinários milagres e prodígios entre o povo.
Ora, alguns membros da sinagoga, chamada dos libertos, dos cireneus, dos alexandrinos e dos da Cilícia e da Ásia, vieram para discutir com Estêvão;
mas era-lhes impossível resistir à sabedoria e ao Espírito com que ele falava.
Subornaram, então, uns homens para dizerem: «Ouvimo-lo proferir palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus.»
Provocaram, assim, a ira do povo, dos anciãos e dos escribas; depois, surgindo-lhe na frente, arrebataram-no e levaram-no ao Sinédrio.
Aí, apresentaram falsas testemunhas que declararam: «Este homem não cessa de falar contra este Lugar Santo e contra a Lei,
pois ouvimo-lo afirmar que Jesus, o Nazareno, destruiria este lugar e mudaria as regras que Moisés nos legou.»
Todos os membros do Sinédrio tinham os olhos fixos nele e viram que o seu rosto era como o rosto de um Anjo.


Salmos 119(118),23-24.26-27.29-30.

Ainda que os grandes conspirem contra mim, o teu servo meditará nas tuas leis.
Os teus preceitos são as minhas delícias; são eles os meus conselheiros. Dalet
Expus-te os meus caminhos e Tu me respondeste; ensina-me as tuas leis.
Faz-me compreender o caminho dos teus preceitos para meditar nas tuas maravilhas.

Afasta-me dos caminhos da mentira; concede-me a graça da tua lei.
Escolhi o caminho da verdade e preferi as tuas sentenças.


João 6,22-29.

No dia seguinte, a multidão que ficara do outro lado do lago reparou que ali não estivera mais do que um barco, e que Jesus não tinha entrado no barco com os seus discípulos, mas que estes tinham partido sozinhos.
Entretanto, chegaram outros barcos de Tiberíades até ao lugar onde tinham comido o pão, depois de o Senhor ter dado graças.
Quando viu que nem Jesus nem os seus discípulos estavam ali, a multidão subiu para os barcos e foi para Cafarnaúm à procura de Jesus.
Ao encontrá-lo no outro lado do lago, perguntaram-lhe: «Rabi, quando chegaste cá?»
Jesus respondeu-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: vós procurais-me, não por terdes visto sinais miraculosos, mas porque comestes dos pães e vos saciastes.
Trabalhai, não pelo alimento que desaparece, mas pelo alimento que perdura e dá a vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará; pois a este é que Deus, o Pai, confirma com o seu selo.»
Disseram-lhe, então: «Que havemos nós de fazer para realizar as obras de Deus?»
Jesus respondeu-lhes: «A obra de Deus é esta: crer naquele que Ele enviou.»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Santo Hilário (315?-367), Bispo de Poitiers e Doutor da Igreja
Tratado sobre a Trindade, I, 37-8; PL 10, 48-9 (trad. do Breviário)

«A obra de Deus é esta: crer n'Aquele que Ele enviou.»

É de Vós, Deus Pai Omnipotente, que depende conceder o que se pede, estar
presente quando se procura, abrir a quem bate à porta (Lc 11,9). Quando se
trata de compreender as verdades que se referem a Vós, vemo-nos impedidos
por um certo entorpecimento preguiçoso da nossa natureza e sentimo-nos
limitados pela nossa inevitável ignorância e debilidade; esperamos portanto
que façais progredir o nosso tímido esforço inicial, que consolideis o seu
desenvolvimento crescente e o leveis à união com o espírito dos Profetas e
dos Apóstolos, para que compreendamos o sentido exacto das suas palavras e
interpretemos o seu verdadeiro significado.


Vamos falar do que eles pregaram no sacramento: que Vós sois o Deus eterno,
Pai do Unigénito Deus eterno; que só Vós sois sem nascimento; e que há um
só Senhor Jesus Cristo, que de Vós procede por nascimento eterno; não
afirmamos que Ele seja outro Deus diverso de Vós, mas proclamamos que foi
gerado de Vós que sois o único Deus; e confessamos que Ele é Deus
verdadeiro, nascido de Vós que sois verdadeiro Deus e Pai.


Abri-nos, portanto, o significado autêntico das palavras, dai-nos a luz da
inteligência, a perfeição da linguagem, a verdadeira fé. Fazei que sejamos
capazes de exprimir a nossa fé: que Vós sois o único Deus Pai e que há um
só Senhor Jesus Cristo, e fazei que saibamos afirmar que Vós sois Deus com
o Filho e que proclamemos sem erro a Sua divindade.




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sábado, 7 de maio de 2011

Profecia do Dia

Domingo, dia 08 de Maio de 2011
3º Domingo da Páscoa - Ano A

3º Domingo de Páscoa (semana III do saltério)Nossa Senhora, Saúde dos EnfermosNossa Senhora Medianeira
Santo Acácio da Capadócia, centurião, mártir, +304 ,  Santa Madalena de Canossa, virgem, fundadora, +1835,  São Vítor, soldado africano, mártir, +303



Comentário ao Evangelho do dia feito por
João Paulo II : «Fica connosco»

Leituras

Actos 2,14.22-33.

De pé, com os Onze, Pedro ergueu a voz e dirigiu-lhes então estas palavras: «Homens da Judeia e todos vós que residis em Jerusalém, ficai sabendo isto e prestai atenção às minhas palavras.
Homens de Israel, escutai estas palavras: Jesus de Nazaré, Homem acreditado por Deus junto de vós, com milagres, prodígios e sinais que Deus realizou no meio de vós por seu intermédio, como vós próprios sabeis,
este, depois de entregue, conforme o desígnio imutável e a previsão de Deus, vós o matastes, cravando-o na cruz pela mão de gente perversa.
Mas Deus ressuscitou-o, libertando-o dos grilhões da morte, pois não era possível que ficasse sob o domínio da morte.
David diz a seu respeito: 'Eu via constantemente o Senhor diante de mim, porque Ele está à minha direita, a fim de eu não vacilar.
Por isso o meu coração se alegrou e a minha língua exultou; e até a minha carne repousará na esperança,
porque Tu não abandonarás a minha vida na habitação dos mortos, nem permitirás que o teu Santo conheça a decomposição.
Deste-me a conhecer os caminhos da Vida, hás-de encher-me de alegria com a tua presença.'
Irmãos, seja-me permitido falar-vos sem rodeios: o patriarca David morreu e foi sepultado, e o seu túmulo encontra-se, ainda hoje, entre nós.
Mas, como era profeta e sabia que Deus lhe prometera, sob juramento, que um dos descendentes do seu sangue havia de sentar-se no seu trono,
viu e proclamou antecipadamente a ressurreição de Cristo por estas palavras: 'Não foi abandonado na habitação dos mortos e a sua carne não conheceu a decomposição.'
Foi este Jesus que Deus ressuscitou, e disto nós somos testemunhas.
Tendo sido elevado pelo poder de Deus, recebeu do Pai o Espírito Santo prometido e derramou-o como vedes e ouvis.


Salmos 16(15),1-2a.5.7-8.9-10.11.

Defende me, ó Deus, porque em ti me refugio.
Digo ao SENHOR: "Tu és o meu Deus, és o meu bem e nada existe acima de ti."
SENHOR, minha herança e meu cálice, a minha sorte está nas tuas mãos.
Bendirei o SENHOR porque Ele me aconselha; até durante a noite a minha consciência me adverte.

Tenho sempre o SENHOR diante dos meus olhos; com Ele a meu lado, jamais vacilarei.
Por isso, o meu coração se alegra e a minha alma exulta e o meu corpo repousará em segurança.
Pois Tu não me entregarás à morada dos mortos, nem deixarás o teu fiel conhecer a sepultura.
Hás-de ensinar me o caminho da vida, saciar me de alegria na tua presença, e de delícias eternas, à tua direita.



1 Pedro 1,17-21.

E, se invocais como Pai aquele que, sem parcialidade, julga cada um consoante as suas obras, comportai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação;
sabendo que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver herdada dos vossos pais, não a preço de bens corruptíveis, prata ou ouro,
mas pelo sangue precioso de Cristo, qual cordeiro sem defeito nem mancha,
predestinado já antes da criação do mundo e manifestado nos últimos tempos por causa de vós;
vós, que por meio dele tendes a fé em Deus, que o ressuscitou dos mortos e o glorificou, a fim de que a vossa fé e a vossa esperança estejam postas em Deus.


Lucas 24,13-35.

Nesse mesmo dia, dois dos discípulos iam a caminho de uma aldeia chamada Emaús, que ficava a cerca de duas léguas de Jerusalém;
e conversavam entre si sobre tudo o que acontecera.
Enquanto conversavam e discutiam, aproximou-se deles o próprio Jesus e pôs-se com eles a caminho;
os seus olhos, porém, estavam impedidos de o reconhecer.
Disse-lhes Ele: «Que palavras são essas que trocais entre vós, enquanto caminhais?» Pararam entristecidos.
E um deles, chamado Cléofas, respondeu: «Tu és o único forasteiro em Jerusalém a ignorar o que lá se passou nestes dias!»
Perguntou-lhes Ele: «Que foi?» Responderam-lhe: «O que se refere a Jesus de Nazaré, profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo;
como os sumos sacerdotes e os nossos chefes o entregaram, para ser condenado à morte e crucificado.
Nós esperávamos que fosse Ele o que viria redimir Israel, mas, com tudo isto, já lá vai o terceiro dia desde que se deram estas coisas.
É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deixaram perturbados, porque foram ao sepulcro de madrugada
e, não achando o seu corpo, vieram dizer que lhes apareceram uns anjos, que afirmavam que Ele vivia.
Então, alguns dos nossos foram ao sepulcro e encontraram tudo como as mulheres tinham dito. Mas, a Ele, não o viram.»
Jesus disse-lhes, então: «Ó homens sem inteligência e lentos de espírito para crer em tudo quanto os profetas anunciaram!
Não tinha o Messias de sofrer essas coisas para entrar na sua glória?»
E, começando por Moisés e seguindo por todos os Profetas, explicou-lhes, em todas as Escrituras, tudo o que lhe dizia respeito.
Ao chegarem perto da aldeia para onde iam, fez menção de seguir para diante.
Os outros, porém, insistiam com Ele, dizendo: «Fica connosco, pois a noite vai caindo e o dia já está no ocaso.» Entrou para ficar com eles.
E, quando se pôs à mesa, tomou o pão, pronunciou a bênção e, depois de o partir, entregou-lho.
Então, os seus olhos abriram-se e reconheceram-no; mas Ele desapareceu da sua presença.
Disseram, então, um ao outro: «Não nos ardia o coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?»
Levantando-se, voltaram imediatamente para Jerusalém e encontraram reunidos os Onze e os seus companheiros,
que lhes disseram: «Realmente o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!»
E eles contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho e como Jesus se lhes dera a conhecer, ao partir o pão.


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

João Paulo II
Carta apostólica «Mane nobiscum Domine» §§19-20 (© copyright Libreria Editrice Vaticana)

«Fica connosco»

Ao pedido dos discípulos de Emaús para que ficasse «com» eles, Jesus
responde com um dom muito maior: através do sacramento da Eucaristia,
encontrou o modo de permanecer «dentro» deles. Receber a Eucaristia é
entrar em comunhão profunda com Jesus. «Permanecei em Mim e Eu permanecerei
em vós» (Jo 15,4). Esta relação de íntima e recíproca «permanência»
permite-nos antecipar de algum modo o céu na terra. Não é porventura este o
maior anseio do homem? Não foi isso mesmo o que Deus Se propôs, ao realizar
na história o Seu desígnio de salvação? Ele colocou no coração do homem a
«fome» da Sua Palavra (Am 8,11), uma fome que ficará saciada apenas na
plena união com Ele. A comunhão eucarística foi-nos dada para «nos
saciarmos» de Deus sobre esta terra, à espera da saciedade plena no céu.Mas
esta intimidade especial, que se realiza na «comunhão» eucarística, não
pode ser adequadamente compreendida nem plenamente vivida fora da comunhão
eclesial. [...] A Igreja é o corpo de Cristo: caminha-se «com Cristo» na
medida em que se está em relação «com o seu corpo». Cristo providencia a
geração e fomento desta unidade com a efusão do Espírito Santo. E Ele mesmo
não cessa de promovê-la através da Sua presença eucarística. Com efeito, é
precisamente o único Pão eucarístico que nos torna um só corpo. Afirma-o o
apóstolo Paulo: «Uma vez que há um só pão, nós, embora sendo muitos,
formamos um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão» (1Cor 10,17).





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