Sexta-feira, dia 29 de Junho de 2012
São Pedro e São Paulo, apóstolos - Solenidade
S. Pedro, apóstolo, S. Paulo, apóstolo
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Isaac de l'Étoile : «Fiz-me tudo para todos, para salvar alguns a qualquer custo. Não procurando o meu próprio interesse mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos.» (1Co 9,22; 10,33)
Leituras
Actos 12,1-11.
Por esse tempo, o rei Herodes maltratou alguns membros da Igreja.
Mandou matar à espada Tiago, irmão de João,
e, vendo que tal procedimento agradara aos judeus, mandou também prender Pedro. Decorriam os dias dos Ázimos.
Depois de o mandar prender, meteu-o na prisão, entregando-o à guarda de quatro piquetes, de quatro soldados cada um, na intenção de o fazer comparecer perante o povo, a seguir à Páscoa.
Enquanto Pedro estava encerrado na prisão, a Igreja orava a Deus, instantemente, por ele.
Na noite anterior ao dia em que Herodes contava fazê-lo comparecer, Pedro estava a dormir entre dois soldados, bem preso por duas correntes, e diante da porta estavam sentinelas de guarda à prisão.
De repente, apareceu o Anjo do Senhor e a masmorra foi inundada de luz. O anjo despertou Pedro, tocando-lhe no lado e disse-lhe: «Ergue-te depressa!» E as correntes caíram-lhe das mãos.
O anjo prosseguiu: «Põe o cinto e calça as sandálias.» Pedro assim fez. Depois, disse-lhe: «Cobre-te com a capa e segue-me.»
Pedro saiu e seguiu-o. Não se dava conta da realidade da intervenção do anjo, pois julgava que era uma visão.
Depois de atravessarem o primeiro e o segundo posto da guarda, chegaram à porta de ferro que dá para a cidade, a qual se abriu por si mesma. Saíram, avançando por uma rua, e logo o anjo se retirou de junto dele.
Pedro, voltando a si, exclamou: «Agora sei que o Senhor enviou o seu anjo e me arrancou das mãos de Herodes e de tudo o que o povo judeu esperava.»
Salmos 34(33),2-3.4-5.6-7.8-9.
Em todo o tempo, bendirei o Senhor;
o seu louvor estará sempre nos meus lábios.
Saboreai e vede como o Senhor é bom:
escutem e alegrem-se os humildes.
Enaltecei comigo o Senhor;
exaltemos juntos o seu nome.
Procurei o Senhor e Ele respondeu-me,
livrou-me de todos os meus temores.
Aqueles que o contemplam ficam radiantes,
não ficarão de semblante abatido.
Quando um pobre invoca o Senhor,
Ele atende o e liberta-o das suas angústias.
O anjo do Senhor protege os que o temem
e livra-os do perigo.
Saboreai e vede como o Senhor é bom;
feliz o homem que n'Ele confia!
A ira do Senhor volta-se contra os malfeitores,
para apagar da terra a sua memória.
Os justos clamaram e o Senhor atendeu-os
e livrou-os das suas angústias.
2 Tim. 4,6-8.17-18.
Caríssimo: Quanto a mim, já estou pronto para oferecer-me como sacrifício; avizinha-se o tempo da minha libertação.
Combati o bom combate, terminei a corrida, permaneci fiel.
A partir de agora, já me aguarda a merecida coroa, que me entregará, naquele dia, o Senhor, justo juiz, e não somente a mim, mas a todos os que anseiam pela sua vinda.
O Senhor, porém, esteve comigo e deu-me forças, a fim de que, por meu intermédio, o anúncio fosse plenamente proclamado e todos os gentios o escutassem. Assim fui arrebatado da boca do leão.
O Senhor me livrará de todo o mal e me levará a salvo para o seu Reino celeste. A Ele, a glória, pelos séculos dos séculos. Ámen!
Mateus 16,13-19.
Naquele tempo, ao chegar à região de Cesareia de Filipe, Jesus fez a seguinte pergunta aos seus discípulos: «Quem dizem os homens que é o Filho do Homem?»
Eles responderam: «Uns dizem que é João Baptista; outros, que é Elias; e outros, que é Jeremias ou algum dos profetas.»
Perguntou-lhes de novo: «E vós, quem dizeis que Eu sou?»
Tomando a palavra, Simão Pedro respondeu: «Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo.»
Jesus disse-lhe em resposta: «És feliz, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que to revelou, mas o meu Pai que está no Céu.
Também Eu te digo: Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela.
Dar-te ei as chaves do Reino do Céu; tudo o que ligares na terra ficará ligado no Céu e tudo o que desligares na terra será desligado no Céu.»
Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Isaac de l'Étoile (?-c. 1171), monge cisterciense
Sermão 49, 1º para a festa dos santos Pedro e Paulo; SC 339
«Fiz-me tudo para todos, para salvar alguns a qualquer custo. Não procurando o meu próprio interesse mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos.» (1Co 9,22; 10,33)
«Os actos dos homens misericordiosos não caem no esquecimento; os bens que
deixaram para a sua posteridade permanecerão para sempre» (liturgia latina;
Si 44,10-11). Celebramos, bem-amados, o dia do nascimento dos apóstolos
Pedro e Paulo; e é conveniente [...] que semelhante morte seja chamada
nascimento, uma vez que gera a vida. [...] Eis onde chegam os santos: por
essa morte que dá a vida, deixam esta vida que conduz à morte, para
chegarem à vida vivificante que está na mão d'Aquele que «tem a vida em Si
mesmo», o Pai, como disse Cristo (Jo 5,26). [...]
Há três tipos de homens misericordiosos. Os primeiros dão os seus bens
[...] para complementar, com o que lhes é supérfluo, a penúria dos outros.
[...] Os segundos distribuem todos os seus bens e, para eles, daí por
diante, [...] tudo fica em comum com os outros. [...] Quanto aos terceiros,
não somente dão tudo, como também «se dão a si mesmos totalmente» (cf. 2Co
12,15) e entregam-se pessoalmente aos perigos da prisão, do exílio e da
morte, para tirar os outros do perigo em que estão a suas almas. São
pródigos de si mesmos, porque são ávidos dos outros. Receberão a recompensa
desse amor: «Ninguém tem mais amor do que quem dá a vida pelos seus amigos»
(Jo 15,13). [...] Tais são esses príncipes gloriosos da terra e servidores
do céu de quem hoje ─ depois de longas privações «da fome, da sede,
do frio e da nudez», de muito duras penas e perigos pelos «seus
compatriotas, pagãos e falsos irmãos» (cf 2Co 11,26-27) ─ celebramos
a morte magnificamente vitoriosa. A tais homens aplica-se bem esta frase:
«Os seus feitos não serão esquecidos», porque eles não se esqueceram da
misericórdia. [...] Sim, aos misericordiosos «na partilha foram destinados
lugares aprazíveis e é preciosa a herança que lhes coube» (cf Sl 15,6).
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quinta-feira, 28 de junho de 2012
Profecia do Dia
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Profecia do Dia
Quinta-feira, dia 28 de Junho de 2012
Quinta-feira da 12ª semana do Tempo Comum
Santo Irineu, bispo, mártir, +200
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Vida de São Francisco de Assis : O homem prudente edificou a sua casa sobre a rocha
Leituras
2 Reis 24,8-17.
Jeconias tinha dezoito anos quando começou a reinar, e reinou três meses em Jerusalém.
Fez o mal aos olhos do Senhor, tal como o seu pai.
Foi nesse tempo que os homens de Nabucodonosor, rei da Babilónia, vieram sobre Jerusalém e a sitiaram.
Nabucodonosor chegou à cidade, quando as suas tropas a sitiavam.
Joiaquin, rei de Judá, saiu ao encontro do rei da Babilónia, com sua mãe, com os altos funcionários, com os oficiais e com os eunucos; e o rei da Babilónia prendeu-o. Isto aconteceu no oitavo ano do reinado de Nabucodonosor.
E como o Senhor tinha anunciado, Nabucodonosor levou dali todos os tesouros do templo do Senhor e do palácio real, e quebrou todos os objectos de ouro que Salomão, rei de Israel, fizera para o santuário do Senhor.
Levou cativa toda a corte de Jerusalém, todos os chefes e todos os notáveis, ao todo dez mil, com todos os ferreiros e artífices; deixou apenas os pobres do país.
Deportou Joiaquin de Jerusalém para a Babilónia, com a sua mãe, as suas mulheres, os eunucos do rei e os grandes do país.
Todos os homens de valor, aptos para a guerra, em número de sete mil, os ferreiros e os artífices, em número de mil, o rei da Babilónia levou-os cativos para a Babilónia.
Em lugar de Joiaquin, o rei da Babilónia nomeou rei seu tio Matanias, cujo nome mudou para Sedecias.
Salmos 79(78),1-2.3-5.8.9.
Ó Deus, os pagãos invadiram a tua herança,
profanaram o teu santo templo
e reduziram Jerusalém a um montão de ruínas.
Deram os cadáveres dos teus servos
em alimento às aves do céu
e os corpos dos teus fiéis, às feras selvagens.
Derramaram o seu sangue em torno de Jerusalém,
e ninguém lhes deu sepultura.
Tornámo-nos motivo de escárnio para os vizinhos,
de irrisão e opróbrio para os que nos rodeiam.
Até quando, Senhor, estarás ainda irritado?
Será a tua indignação como um fogo abrasador?
Não recordes contra nós
as faltas dos nossos antepassados;
venha depressa ao nosso encontro a tua misericódia
Socorre-nos, ó Deus, nosso salvador,
para glória do teu nome;
livra-nos e perdoa-nos
pelo amor do teu nome.
Mateus 7,21-29.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Nem todo o que me diz: 'Senhor, Senhor' entrará no Reino do Céu, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está no Céu.
Muitos me dirão naquele dia: 'Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizámos, em teu nome que expulsámos os demónios e em teu nome que fizemos muitos milagres?'
E, então, dir-lhes-ei: 'Nunca vos conheci; afastai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.'»
«Todo aquele que escuta estas minhas palavras e as põe em prática é como o homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha.
Caiu a chuva, engrossaram os rios, sopraram os ventos contra aquela casa; mas não caiu, porque estava fundada sobre a rocha.
Porém, todo aquele que escuta estas minhas palavras e não as põe em prática poderá comparar-se ao insensato que edificou a sua casa sobre a areia.
Caiu a chuva, engrossaram os rios, sopraram os ventos contra aquela casa; ela desmoronou-se, e grande foi a sua ruína.»
Quando Jesus acabou de falar, a multidão ficou vivamente impressionada com os seus ensinamentos,
porque Ele ensinava-os como quem possui autoridade e não como os doutores da Lei.
Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Vida de São Francisco de Assis, conhecida como «Colectânea de Perúgia» (c. 1311), § 102
O homem prudente edificou a sua casa sobre a rocha
Desde o momento da sua conversão que o bem-aventurado Francisco, sábio como
era, quis, com a ajuda do Senhor, estabelecer solidamente a sua casa, isto
é, a sua Ordem dos Frades Menores, sobre rocha sólida, ou seja, sobre a
altíssima humildade e a suprema pobreza do Filho de Deus.
Sobre uma profunda humildade porque, desde o princípio, mal os irmãos
começaram a crescer em número, recomendou-lhes que permanecessem nos
hospícios para tratarem dos leprosos. Então, quando os postulantes se
apresentavam, quer fossem nobres, quer plebeus, eram avisados de que deviam
ficar a cuidar dos leprosos e a viver nas suas enfermarias.
Sobre uma imensa pobreza porque na sua Regra se diz, com efeito, que os
irmãos devem habitar nas suas casas «como estrangeiros ou peregrinos, a
nada aspirando neste mundo» a não ser à santa pobreza, graças à qual o
Senhor os alimentará nesta vida com a virtude e o alimento corporal, o que
lhes valerá o céu como herança na outra.
Também para si próprio Francisco escolheu o alicerce duma perfeita
humildade e duma completa pobreza, e embora tenha sido uma grande figura da
Igreja de Deus, por escolha própria quis ser dos últimos, não só na Igreja,
como também entre os seus irmãos.
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terça-feira, 26 de junho de 2012
Profecia do Dia
Quarta-feira, dia 27 de Junho de 2012
Quarta-feira da 12ª semana do Tempo Comum
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, S. Cirilo de Alexandria, bispo, Doutor da Igreja, +444
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Santo Agostinho : «Pelos seus frutos os conhecereis»
Leituras
2 Reis 22,8-13.23,1-3.
Naqueles dias, o Sumo Sacerdote Hilquias disse ao escriba Chafan: «Encontrei no templo do Senhor o Livro da Lei.» Hilquias entregou este livro ao escriba Chafan,
o qual, depois de o ler, foi ter com o rei e prestou-lhe contas da missão que lhe fora confiada: «Teus servos juntaram o dinheiro que se encontrava na casa do Senhor e entregaram-no aos encarregados do templo do Senhor.»
E acrescentou: «O Sumo Sacerdote Hilquias entregou-me um livro.» E leu-o na presença do rei.
Ao ouvir as palavras do Livro da Lei do Senhor, o rei rasgou as suas vestes
e ordenou ao sacerdote Hilquias, a Aicam, filho de Chafan, a Acbor, filho de Miqueias, ao escriba Chafan e ao seu oficial Asaías:
«Ide e consultai o Senhor acerca de mim, do povo e de todo o Judá, sobre o conteúdo deste livro, que acaba de ser descoberto. A cólera do Senhor deve ser grande contra nós, porque nossos pais não obedeceram às palavras deste livro, nem puseram em prática o que nele se nos prescreve.»
O rei mandou vir à sua presença todos os anciãos de Judá e de Jerusalém,
e subiu ao templo do Senhor com todos os homens de Judá e todos os habitantes de Jerusalém, sacerdotes, profetas e todo o povo, pequenos e grandes. Leu, então, diante de todos, as palavras do Livro da Aliança, descoberto no templo do Senhor.
Pondo-se de pé sobre o estrado, o rei renovou a aliança na presença do Senhor, comprometendo-se a seguir o Senhor, a observar os seus mandamentos, as suas instruções e os seus preceitos, com todo o seu coração e com toda a sua alma, e a cumprir todas as palavras da aliança contidas neste livro. Todo o povo concordou com esta aliança.
Salmos 119(118),33.34.35.36.37.40.
Ensina-me, Senhor, o caminho das tuas leis
e eu hei-de cumpri-las com fidelidade.
Dá-me entendimento para cumprir a tua lei;
hei-de obedecer-lhe de todo o coração.
Conduz-me pela senda dos teus mandamentos,
porque neles estão as minhas delícias.
Inclina o meu coração para as tuas ordens,
e não para a cobiça.
Desvia os meus olhos dos deuses vãos;
faz-me viver nos teus caminhos.
Vê como tenho desejado os teus preceitos;
faz-me viver segundo a tua justiça.
Mateus 7,15-20.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes.
Pelos seus frutos, os conhecereis. Porventura podem colher-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?
Toda a árvore boa dá bons frutos e toda a árvore má dá maus frutos.
A árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má, dar bons frutos.
Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo.
Pelos frutos, pois, os conhecereis.»
Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Santo Agostinho (354-430), bispo de Hipona (Norte de África) e doutor da Igreja
Explicação do Sermão da Montanha, c. 24, §§ 80-81
«Pelos seus frutos os conhecereis»
Perguntamo-nos quais os frutos para os quais o Senhor quer chamar a nossa
atenção para reconhecermos a árvore. Alguns consideram como frutos a
roupagem das ovelhas e assim os lobos podem enganá-los. Quero referir-me a
jejuns, orações, esmolas e todas as obras que podem ser feitas por
hipócritas. Caso contrário, Jesus não teria dito: «Guardai-vos de fazer as
vossas obras diante dos homens, para vos tornardes notados por eles» (Mt
6,1). [...] Muitos dão aos pobres por ostentação e não por generosidade;
muitos que rezam, ou melhor, que parecem rezar, não procuram Deus, mas sim
a estima dos homens; muitos jejuam e exibem austeridade notável para atrair
a admiração dos que vêem a sua conduta. Todas essas obras são enganos.
[...] O Senhor conclui que esses frutos não são suficientes para julgar a
árvore. As mesmas acções feitas com uma intenção recta e verdadeira são a
roupagem das autênticas ovelhas. [...]
O apóstolo Paulo diz-nos quais os frutos pelos quais reconheceremos a
árvore ruim: «É fácil reconhecer as obras da carne: fornicação, impureza,
libertinagem, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, ciúmes, iras,
discórdias, sectarismos, rivalidades, embriaguez, orgias e coisas
semelhantes» (Gal 5,19-20). O mesmo apóstolo nos diz a seguir quais os
frutos para reconhecer uma boa árvore: «Mas os frutos do Espírito são:
amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e
autocontrolo» (v. 22-23).
É preciso saber que a palavra «alegria» é usada aqui no seu sentido
literal; os homens maus em sentido literal ignoram a alegria, mas conhecem
o prazer. [...] Este é o sentido próprio desta palavra que só os bons
conhecem; «não há alegria para os ímpios, diz o Senhor» (Is. 48,22).
Acontece o mesmo com a fé verdadeira. As virtudes enumeradas podem ser
fingidas por maus e impostores, mas não enganam o olho puro e simples capaz
de discernimento.
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