Assim fala o Senhor do universo: «Virão povos e habitantes de grandes cidades. O Senhor ama a cidade,por Ele fundada Aproximando-se os dias de Jesus ser levado deste mundo, dirigiu-se resolutamente para Jerusalém A Igreja católica nada rejeita do que nas religiões não cristãs existe de verdadeiro e santo. Olha com sincero respeito esses modos de agir e viver, esses preceitos e doutrinas que, embora se afastem em muitos pontos daqueles que ela própria segue e propõe, todavia, reflectem não raramente um raio da verdade que ilumina todos os homens. No entanto, ela anuncia, e tem mesmo obrigação de anunciar incessantemente Cristo, «caminho, verdade e vida» (Jo 14,6), em quem os homens encontram a plenitude da vida religiosa e no qual Deus reconciliou consigo todas as coisas (2Cor 5,18ss). Exorta, por isso, os seus filhos a que, com prudência e caridade, pelo diálogo e a colaboração com os sequazes doutras religiões, dando testemunho da vida e da fé cristãs, reconheçam, conservem e promovam os bens espirituais e morais e os valores socioculturais que entre eles se encontram. |
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Profecia do Dia
domingo, 29 de setembro de 2013
Profecia do Dia
A palavra do Senhor do universo foi-me dirigida nestes termos: Os povos honrarão, Senhor, o teu nome, Naquele tempo, houve uma discussão entre os discípulos sobre qual deles seria o maior. Não podemos invocar Deus como Pai comum de todos se nos recusamos a tratar como irmãos alguns homens, criados à sua imagem. A relação do homem a Deus Pai e a sua relação aos outros homens seus irmãos estão de tal maneira estão ligadas, que a Escritura afirma: «quem não ama, não conhece a Deus» (1Jo 4,8). |
sábado, 28 de setembro de 2013
Profecia do Dia
Eis o que diz o Senhor omnipotente: «Ai dos que vivem comodamente em Sião e dos que vivem tranquilos no monte da Samaria. Ele salva os oprimidos, Caríssimos: Tu, homem de Deus, pratica a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança, a mansidão. Naquele tempo, disse Jesus aos fariseus: «Havia um homem rico que se vestia de púrpura e linho fino e fazia todos os dias esplêndidos banquetes. Deus destinou a terra com tudo o que ela contém para uso de todos os homens e povos; de modo que os bens criados devem chegar equitativamente às mãos de todos, segundo a justiça, secundada pela caridade. Sejam quais forem as formas de propriedade, conforme as legítimas instituições dos povos e segundo as diferentes e mutáveis circunstâncias, deve-se sempre atender a este destino universal dos bens. Por esta razão, quem usa desses bens não deve considerar as coisas exteriores que legitimamente possui só como próprias, mas também como comuns, no sentido de que possam beneficiar não só a si mas também aos outros. |