Aquele que medita na lei do Altíssimo, se for do agrado do Senhor omnipotente, será cheio do espírito de inteligência. Então ele derramará, como chuva, as suas palavras de sabedoria e na sua oração louvará o Senhor. Adquirirá a rectidão do julgamento e da ciência e reflectirá nos mistérios de Deus. Ensinará ele próprio a doutrina que aprendeu e porá a sua glória na Lei da Aliança do Senhor. Aquele que vive eternamente criou todas as coisas por igual. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se corromper, com que se há de salgar? Não serve para mais nada, senão para ser lançado fora e ser pisado pelos homens. Como a Sagrada Escritura nos ensina, o matrimónio, antes de ser um sacramento, é uma grande realidade terrena: «Deus criou o homem à sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem e mulher» (Gn 1,27). É preciso recordar todos os dias esta primeira página da Bíblia, se quisermos compreender o que é, o que deve ser um casal humano, um lar. […] A dualidade dos sexos foi querida por Deus, para que o homem e a mulher, juntos, fossem imagem de Deus, e, como Ele, nascente de vida: «Crescei e multiplicai-vos, enchei e dominai a terra» (Gn 1,28). Uma leitura atenta dos Profetas, dos Livros Sapienciais e do Novo Testamento mostra-nos, de resto, o significado desta realidade fundamental e ensina-nos a não a limitar ao desejo físico, […] mas a descobrir nela o carácter complementar dos valores do homem e da mulher, a grandeza e as fraquezas do amor conjugal, a sua fecundidade e a sua abertura ao mistério do desígnio do amor de Deus. Este ensinamento conserva ainda hoje todo o seu valor e imuniza-nos contra as tentações de um erotismo destruidor. […] |
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Profecia do Dia
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Profecia do Dia
Naqueles dias, o profeta Elias disse ao rei Acab: « Sobe, come e bebe, porque já ouço o ruído da chuva.» Enquanto Acab subiu para comer e beber Elias foi ao cimo do monte Carmelo, prostrou-se em terra e pôs a cabeça entre os joelhos. Depois disse ao seu servo: «Sobe e olha em direcção ao mar.» O servo subiu, olhou e disse: « Não há nada.» Elias ordenou-lhe: «Volta sete vezes.» À sétima vez, o servo exclamou: « Do lado do mar vem subindo uma nuvenzinha, tão pequena como a plama da mão.» Elias ordenou-lhe: «Vai dizer Acab: "Manda atrelar os cavalos e desce, para que a chuva te não detenha."» Num instante o céu se cobriu de nuvens, soprou o vento e caiu uma forte chuvada. Acab subiu para o carro e seguiu para Jezrael. A mão do Senhor veio sobre Elias; ele prendeu as vestes à cintura e correu diante de Acab, até à entrada de Jezrael. Cuidaste da terra e tornaste-a fértil, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se a vossa justiça não superar a dos doutores da Lei e dos fariseus, não entrareis no Reino do Céu.» O Cristo que encontramos no sacramento é o mesmo […] aqui na Europa como na América, em África, na Ásia, na Oceania. É o mesmo e único Cristo que está presente no pão eucarístico em cada lugar da terra. Isso significa que só O podemos encontrar com todos os outros. Só O podemos receber na união. Não foi isso que nos disse o apóstolo Paulo? […] «Uma vez que há um único pão, nós, embora muitos, somos um só corpo, porque todos participamos desse único pão» (1Cor 10,17). A consequência é clara: não podemos comungar com o Senhor, se não comungarmos entre nós. Se nos queremos apresentar diante dele, temos também de nos dirigir ao encontro uns dos outros. É por isso que é preciso aprender a grande lição do perdão: não deixar que a nossa alma seja corroída pelo ressentimento, mas abrir o nosso coração à ampla escuta do outro, abrir o nosso coração para compreendermos o seu ponto de vista e, eventualmente, para aceitarmos as suas desculpas e o dom generoso das nossas. |
terça-feira, 10 de junho de 2014
Profecia do Dia
Naqueles dias, foi grande o número dos que abraçaram a fé e se converteram ao Senhor. Cantai ao Senhor um cântico novo, Naquele tempo, disse Jesus aos seus Apóstolos: «Ide e proclamai que está próximo o reino dos Céus . «Como posso amar alguém que não conheço?» […] Se não podemos ver a Deus, temos no entanto outros meios para erguer os olhos do nosso espírito até Ele. Se não nos é possível vê-Lo em pessoa, podemos, desde este momento, vê-Lo nos seus servos. Ao observar como eles fazem maravilhas, ficamos certos de que Deus habita neles. […] Nenhum de nós pode olhar directamente para o sol, fixando-o no momento em que se levanta em todo o seu brilho, porque os olhos, ao fixarem-se nos seus raios, ficam encandeados. Mas olhamos para as montanhas iluminadas pelo sol, e vemos então que ele se levantou. Do mesmo modo, como não podemos ver em si mesmo o Sol de justiça (Ml 3,20), olhemos para as montanhas que a sua claridade ilumina, isto é, para os santos apóstolos, que brilham pelas suas virtudes, que resplandecem pelos seus milagres. […] Com efeito, a força de Deus em si mesma é o sol no céu; a força de Deus espalhada pelos homens é o sol na Terra […]. |