Naquele dia, levantou-se uma grande perseguição contra a Igreja de Jerusalém e todos, à exceção dos Apóstolos, se dispersaram pelas terras da Judeia e da Samaria. Aclamai o Senhor, terra inteira, Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «Eu sou o pão da vida: Quem vem a Mim nunca mais terá fome e quem acredita em Mim nunca mais terá sede. Quando o próprio Cristo diz a propósito do pão: «Isto é o meu corpo», quem poderá hesitar? E quando afirma: «Isto é o meu sangue», quem poderá duvidar? De outra vez, em Caná da Galileia, Jesus tinha transformado a água em vinho, no vinho que é irmão do sangue. Quem poderá pois recusar-se a acreditar que Ele transforma o vinho em sangue? Convidado para um casamento humano, operou aquele milagre espantoso; pois com muito mais razão, quem poderá recusar-se a reconhecer que Ele concede «aos companheiros do Esposo» (Mt 9,15) a alegria do seu corpo e do seu sangue? |
terça-feira, 21 de abril de 2015
Profecia do Dia
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Profecia do Dia
Naqueles dias, Estêvão disse ao povo, aos anciãos e aos escribas: «Homens de dura cerviz, incircuncisos de coração e de ouvidos, sempre resistis ao Espírito Santo. Como foram os vossos antepassados, assim sois vós também. Sede a rocha do meu refúgio Naquele tempo, disse a multidão a Jesus: «Que milagres fazes Tu, para que nós vejamos e acreditemos em Ti? Que obra realizas? Deus, cuja natureza é bondade e cuja substância é amor, em quem toda a vida é benevolência, querendo mostrar-nos a doçura da sua natureza e a ternura que tem pelos seus filhos, enviou ao mundo o seu Filho, o Pão dos Anjos (Sl 78,25), «pelo amor imenso com que nos amou» (Ef 2,4). Pois «tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o seu Filho Unigénito» (Jo 3,16). |
domingo, 19 de abril de 2015
Profecia do Dia
Naqueles dias, Estêvão, cheio de graça e fortaleza, fazia grandes prodígios e milagres entre o povo. Ainda que os príncipes conspirem contra mim, Depois de Jesus ter saciado os cinco mil homens, os seus discípulos viram-n'O a caminhar sobre as águas. No dia seguinte, a multidão que permanecera no outro lado do mar notou que ali só estivera um barco e que Jesus não tinha embarcado com os discípulos; estes tinham partido sozinhos. Cristo recusou-Se a dar testemunho de Si mesmo, a dizer quem era e de onde vinha; Ele esteve entre os seus contemporâneos «como aquele que serve» (Lc 22,27). Aparentemente, só depois da ressurreição e, sobretudo, depois da ascensão, quando o Espírito Santo desceu, é que os apóstolos entenderam Quem tinha estado com eles. Souberam depois de tudo ter acabado, mas não antes. Vemos aqui, em minha opinião, a manifestação de um princípio geral que se nos apresenta muitas vezes, quer na Escritura, quer no mundo: que não discernimos a presença de Deus no momento em que Ele está connosco, mas somente depois, quando olhamos para o que se passou e que já não existe. […] |