Naquele dia, cantarão este hino na terra de Judá: «Nós temos uma cidade forte; muralhas e fortificações foram postas para nos proteger. Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Nem todo aquele que Me diz 'Senhor, Senhor' entrará no reino dos Céus, mas só aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos Céus. «Seja feita a vossa vontade.» Tomado em toda a sua plenitude, este acto de abandono deve ser a regra da vida cristã, regendo o nosso dia, da manhã à noite, o curso do ano, a vida inteira. Esta deve ser a única preocupação do cristão; todas as outras são entregues ao Senhor, mas essa será nossa até ao último dia. Pois é um facto objectivo que nunca estamos definitivamente certos de permanecer nos caminhos do Senhor. [...] |
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Profecia do Dia
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Profecia do Dia
Sobre este monte, o Senhor do Universo há-de preparar para todos os povos um banquete de manjares suculentos, um banquete de vinhos deliciosos: comida de boa gordura, vinhos puríssimos. O Senhor é meu pastor: nada me falta. Naquele tempo, foi Jesus para junto do mar da Galileia e, subindo ao monte, sentou-se. Se a Eucaristia é o memorial da Páscoa da Senhor, se pela nossa comunhão no altar somos cumulados da «plenitude das bênçãos e graças do céu» (cânone romano), a Eucaristia é também a antecipação da glória celeste. Na última ceia, o próprio Senhor chamou a atenção dos seus discípulos para a consumação da Páscoa no Reino de Deus: «Eu vos digo que não voltarei a beber deste fruto da videira, até o dia em que beberei convosco o vinho novo no Reino do meu Pai» (Mt 26, 29). Sempre que a Igreja celebra a Eucaristia, lembra-se desta promessa, e o seu olhar volta-se para «Aquele que vem» (Ap 1, 4). Na sua oração, ela clama pela sua vinda: «Marana tha» (1Cor 16, 22), «Vem, Senhor Jesus!» (Ap 22, 20), «que a tua graça venha e que este mundo passe!» (Didaké). |
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Profecia do Dia
Naquele dia, sairá um ramo do tronco de Jessé e um rebento brotará das suas raízes. Ó Deus, dai ao rei o poder de julgar Naquele tempo, Jesus exultou de alegria pela ação do Espírito Santo e disse: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e aos inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque isto foi do teu agrado. Desde o princípio, Deus criou o homem para os seus dons. Ele escolheu os patriarcas com vista à salvação e preparou para Si um povo, ensinando os ignorantes a seguirem o rasto de Deus. Em seguida, instruiu os profetas, para habituar os homens a acolherem o seu Espírito neste mundo e a entrarem em comunhão com Deus. Ele não precisava de ninguém; mas, àqueles que precisavam dele, ofereceu a sua comunhão. Para esses, em quem pôs a sua complacência (Lc 2,14), concebeu antecipadamente, qual arquitecto, o edifício da salvação: nas trevas do Egipto, fez-se Ele próprio o seu guia; no deserto, onde erravam, deu-lhes uma lei apropriada; e àqueles que entraram na terra prometida, ofereceu-lhes uma herança escolhida; enfim, para todos os que regressam ao Pai, mata o cordeiro gordo e oferece-lhes uma veste preciosa (Lc 15,22). |