Naqueles dias, Josué falou ao povo, dizendo: «Temei o Senhor, servi-O com retidão e fidelidade. Afastai os deuses que os vossos pais serviram para lá do rio Eufrates e no Egipto e servi o Senhor. Defendei-me, Senhor; Vós sois o meu refúgio. Naquele tempo, apresentaram umas crianças a Jesus, para que lhes impusesse as mãos e orasse sobre elas. Mas os discípulos afastavam-nas. Com que grande e admirável dom nos presenteou Deus, meus irmãos! Na sua Páscoa, a ressurreição de Cristo faz renascer na inocência dos pequenos aquilo que outrora perecia no pecado. A simplicidade de Cristo torna sua a infância. A criança é sem rancor, não conhece a fraude, não ousa fazer mal. Assim, esta criança em que o cristão se transformou não se importa de ser insultado, não se defende se for desapossado, não devolve os golpes se for atacado. O Senhor exige-nos mesmo que rezemos pelos nossos inimigos, que abandonemos túnica e manto aos ladrões, que apresentemos a outra face (cf Mt 5,39s). |
sábado, 19 de agosto de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Naqueles dias, Josué reuniu todas as tribos de Israel em Siquém. Convocou os anciãos de Israel, os chefes, os juízes e os magistrados, que se apresentaram diante de Deus. Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom: é eterna a sua bondade. Naquele tempo, aproximaram-se de Jesus alguns fariseus para O porem à prova e disseram-Lhe: «É permitido ao homem repudiar a sua esposa por qualquer motivo?». Deus, Pai santo, que pelo vosso infinito poder fizestes do nada todas as coisas e, na harmonia primordial do universo, formastes o homem e a mulher à vossa imagem e semelhança, dando um ao outro como companheiros inseparáveis, para se tornarem os dois uma só carne, e assim nos ensinastes que nunca é lícito separar o que Vós mesmo unistes; Deus, Pai santo, que no grande mistério do vosso amor consagrastes a aliança matrimonial, tornando-a símbolo da aliança de Cristo com a Igreja; Deus, Pai santo, que sois o autor do matrimónio e destes à primordial comunidade humana a vossa bênção, que nem a pena do pecado original, nem o castigo do dilúvio, nem criatura alguma pôde abolir; olhai benignamente para estes vossos filhos, que se uniram pelo vínculo do matrimónio e esperam o auxílio da vossa bênção: enviai sobre eles a graça do Espírito Santo para que, pelo vosso amor derramado em seus corações, permaneçam fiéis na aliança conjugal. |
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
Liturgia do Dia - sua Profecia diária
Naqueles dias, o Senhor disse a Josué: «Hoje começarei a engrandecer-te aos olhos de todo o Israel, para que saibam que Eu estarei contigo, como estive com Moisés. Quando Israel saiu do Egipto, Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou-Lhe: «Se meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe? Até sete vezes?». O Senhor obriga-nos a perdoar, também nós, as dívidas aos nossos devedores, tal como Lhe pedimos que nos perdoe as nossas (Mt 6,12). Devemos saber que não podemos obter o que pedimos em relação aos nossos pecados, se não fizermos o mesmo àqueles que pecaram para connosco. Por isso, Cristo diz algures: «É a medida com que servirdes que servirá de medida para vós» (Mt 7,2). E o servo que, depois de ter sido perdoado de toda a sua dívida, não quis, por sua vez, perdoar a do seu companheiro foi lançado na prisão. Porque não quis usar de clemência para com o seu companheiro, perdeu o que o seu senhor lhe oferecera. Cristo estabelece-o ainda com mais força nos seus preceitos, quando decreta: «Quando vos puserdes de pé em oração, se tiverdes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe, para que o Pai que está nos céus vos perdoe as vossas faltas. Mas se não perdoardes, o vosso Pai que está nos céus também não vos perdoará as vossas faltas» (Mc 11,25-26). [...] |